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Presidente explicou o desenrolar de todo o caso que acabou com o lateral afastado do plantel
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O regresso do internacional português Fábio Coentrão à competição após o hiato de uma temporada foi uma surpresa que, certamente, está umbilicalmente relacionada com o castigo a que o presidente António Silva Campos se viu forçado a aplicar ao lateral Matheus Reis.
Contas feitas, o português está de corpo e alma em Vila do Conde, ao passo que o brasileiro foi relegado para a equipa B até o presidente encontrar uma saída alternativa, que deverá passar pela venda do jogador na reabertura do mercado.
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Um caso com contornos muitas vezes frequentes no mundo profissional e que o dirigente não teve problemas em relevar detalhadamente ao Canal 11.
"Foi uma situação inesperada, mas é o que pode suceder quando os empresários não são parceiros do clube e pensam apenas neles próprios. Prometem o céu aos jogadores, mas às vezes aparece-lhes o inferno", anunciou António Silva Campos, para logo de seguida dar corpo a todo o desenrolar: "Apareceu uma proposta do Olympiacos, mas como agora ninguém paga a pronto é preciso acautelar os meios como vamos receber. Isso demora o seu tempo, mas o Matheus, mediante o conselho do seu empresário, recusou-se a participar num jogo de preparação frente ao V. Guimarães. Conversei com ele e disse-me que era a maneira de me pressionar a fazer a transferência. Avisei-o imediatamente para não fazer isso, que era o caminho errado e lá o convenci a treinar. Pensei que estava o caso resolvido porque até o Mário Silva me disse que tínhamos homem para jogar frente ao AC Milan, mas depois recusou-se novamente a jogar. Aí fui ao balneário. Contei tudo o que se estava a passar, avisei todo o grupo para mais ninguém se atrever a fazer uma coisa destas e o Matheus acabou por ir para a equipa B".
Um ativo condicionado que termina contrato no final desta temporada, que também chegou a estar na mira do FC Porto e que António Silva Campos ainda tentou, sem sucesso, desbloquear antes do final do fecho do mercado no leste europeu.
"O interesse do FC Porto no Matheus foi superficial e nunca mais ninguém se manifestou mal foram conhecidas as abordagens de outros clubes estrangeiros. No entanto, o período de transferências terminou sem a sua saída, mas na Rússia ainda não tinha encerrado e apareceu um grande clube que lhe ofereceu o dobro do ordenado que ia usufruir na Grécia. Acordámos tudo, mas à última hora o Matheus também voltou a recusar a transferência. Agora não sei o que poderá acontecer, mas ainda não desistir de tentar um mal menor", explicou António Silva Campos.
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