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Um golo de Evandro colocou com justiça o Rio Ave na eliminatória seguinte da Taça de Portugal. Os vila condenses eram favoritos; só que, para o provarem, foram obrigados a passar por enormes dificuldades. É que o Atlético, apesar de disputar um escalão muito inferior, ainda não tinha perdido em casa esta época, e lutou até final por um desfecho diferente.
Não se pode dizer que a vitória do Rio Ave tenha sido anormal. Foi o conjunto que dominou nas fases importantes da partida, que mais atacou, que marcou tal como lhe competia e que seguiu em frente na competição. Vandinho (6'), Paulo César (24'), Evandro (25') e Bruno Mendes (42'), procuraram mas não conseguiram o golo na primeira parte, sendo também certo que, do lado do Atlético, os experientes Sabugo (7') e Renato (30') chegaram com perigo à baliza de Candeias.
Seria outro "veterano", Rui Gregório, a dispor da mais flagrante oportunidade de golo, ao rematar ao poste na sequência de uma defesa incompleta do guardião visitante, quando faltavam poucos segundos para o intervalo.
Os 500 adeptos do Atlético queriam golo mas, após o intervalo e alguns minutos de futebol sem grande qualidade, o Rio Ave conseguiu marcar. Vandinho cruzou da esquerda, a defesa da casa subiu à espera do fora--de-jogo, mas Evandro, em posição regular, não perdeu a ocasião para marcar, apenas com o guarda-redes Paulo Grilo pela frente.
Carlos Brito respirou fundo e mandou a equipa aguentar, pelo menos, o resultado. E o certo é que, com o Atlético ao ataque, à procura do empate, o Rio Ave teve de se remeter à defesa, criando perigo apenas por Paulo César (67'), com condições para fazer muito melhor.
Na meia hora final, sempre ao ataque, a equipa da III Divisão criou três oportunidades para empatar, mas Ricardo Aires, Jacinto e Mesquita não permitiram ao Atlético continuar a sonhar com a Taça de Portugal. Quando Olegário Benquerença apitou para o final, os adeptos vitoriaram a sua equipa, apesar da derrota.
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