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As declarações do treinador do Rio Ave após o nulo com o Chaves na 18.ª ronda da Liga Betclic
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As declarações de Luís Freire, treinador do Rio Ave, após o nulo (0-0) no duelo contra o Chaves, a contar para a 18.ª jornada da Liga Portugal Betclic.
"Um jogo disputado com duas equipas que precisam de pontos, uma equipa que joga em casa, como o Chaves, apoiada pelo público, entra bem na tentativa de pressionar alto e condicionar-nos o jogo. Nós a tentar chegar, mas a termos algumas dificuldades no início do jogo, não conseguimos por o nosso jogo em campo, com bola, principalmente, o Chaves conseguiu mais cantos, mais abordagens à área. A partir dos 20 minutos, acalmámos, um pouco, conseguimos começar a sair com mais critério, chegar mais vezes à frente, um jogo mais equilibrado a partir [daí], e onde nós temos uma grande oportunidade para fazer golo de cabeça", disse o técnico dos vila-condenses, em declarações no final da partida.
Análise ao segundo tempo
"Na segunda parte, penso que continuámos mais equilibrados, já a perceber melhor onde é que havia os espaços, o Leonardo Ruiz com mais mobilidade, também a conseguir desmontar melhor o Chaves. [Aí] a pressão já não saía tão forte, começámos a ter mais bola, tivemos uma grande oportunidade pelo Costinha, de cabeça, com o Fábio Cruz, se calhar das melhores oportunidades do jogo, tirando o penálti."
O penálti do Chaves
"Até ao fim, batemo-nos bem, não concedemos muitas oportunidades ao Chaves, tirando a grande penalidade, que escuso de comentar, porque já não interessa falar muito sobre isto, e acabámos com uma grande defesa do nosso guarda-redes, a segurar o ponto que é merecido."
Ponto merecido e agradecimento aos adeptos
"Um ponto é um ponto na nossa caminhada, não sofremos golos, continuamos a pontuar, neste caso, fora de casa, portanto, nesse aspeto, dar os parabéns aos jogadores e agradecer o apoio do público do Rio Ave, muito importante para nós", concluiu.
Antes, o técnico tinha falado na 'flash-interview': "Basicamente, o Chaves joga num 4-3-3. Portanto, mudaram a sua forma de jogar. No início, como é lógico, em Chaves, com muita gente a apoiar o clube. Eles ganharam muitos cantos seguidos e nos demorámos 20-30 minutos a assentar as ideias. O jogo acalmou, começámos a ter mais bola. Pedimos aos jogadores no intervalo que melhorassem, e na segunda parte assentámos o jogo. Depois foi tudo mais equilibrado. Tentámos meter mais velocidade com o Joca e o Aziz, na tentativa de não perder a nossa identidade. No final, ficou a grande penalidade, que nem sequer vou comentar. A minha equipa teve capacidade de luta, fizemos um ponto, e isso é positivo."
Parte mental e emocional
"Foi mais mérito do Chaves, que nos pressionou e mudou a nossa forma de defender. Acabámos por libertar mais gente na segunda parte, e chegar mais vezes à frente. Acabou por ser um empate. Na minha opinião, um mal menor. Um ponto para nós. Continuamos na nossa luta."
Entretanto, Jhonathan, herói vila-condense já perto do final, também falou sobre a partida e mostrou-se "feliz" pela defesa. "Agradeço a Deus por estar a jogar num clube grande como o Rio Ave. Fico feliz por ter contribuído. Feliz por um ponto fora de casa, apesar de virmos aqui com a ideia de vencer. É um trabalho de grupo, temos crescido no campeonato, temos vindo a fazer bons jogos e acho que iremos conseguir bons resultados no futuro."
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