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“Apenas seremos lembrados caso consigamos ganhar a final”, frisou...
Aproxima-se o ponto mais alto de uma época que pode ser histórica. No plantel do Rio Ave já há quem tenha dificuldades em adormecer com a imagem da equipa a festejar no Jamor a passar-lhe pela cabeça. É o caso de Marcelo, a contar as horas para o momento em que pisará o emblemático relvado do Estádio Nacional, com o singular objetivo de levar de vencida a final. “Todos os dias, quando me vou deitar, penso em levantar a Taça. É um sonho de todos nós”, confidenciou o central brasileiro, um dos esteios da defesa dos vila-condenses.
O desafio do Rio Ave passa por colocar de lado a ansiedade e lutar “olhos nos olhos” com um Benfica que, na opinião de Marcelo, não vai acusar o desgaste físico e emocional da derrota na final da Liga Europa. “Não acredito que os jogadores do Benfica estejam mais cansados. Quando entrarmos em campo vão ser 11 contra 11 e, numa final, todos querem ganhar. Será uma prova de superação”, vaticinou o jovem, de 24 anos, admitindo que “o Benfica pode ressentir-se um pouco mais caso o jogo vá a prolongamento”.
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A derrota na final da Taça da Liga, frente às águias, permitiu aos vila-condenses aprender com os erros. “Penso que fizemos um bom jogo, só falhámos nos detalhes. É isso que temos de corrigir para chegar à vitória”, explicou Marcelo, convicto de que a equipa deve manter-se fiel à sua estratégia, apesar do resultado averbado em Leiria: “Vamos ser o Rio Ave que sempre fomos: uma equipa unida, com garra e vontade. Não podemos abdicar daquilo que foram os nossos princípios ao longo da temporada. Mostrámos na Taça da Liga que podemos surpreender. Agora só precisamos de retocar uns pormenores...”
O defesa lembrou que “o Benfica tem mais estatuto e mais história”, apesar de considerar que “uma final não tem favorito”. Nesse sentido, Marcelo promete determinação e empenho para dar uma alegria a Vila do Conde e aos adeptos do Rio Ave, expectantes pela possibilidade de conquistarem o primeiro troféu do seu palmarés. “Sentimos que somos parte da história, mas sabemos que só seremos lembrados se ganharmos a Taça de Portugal, um marco único na história do clube”, considerou o jogador carioca.
Barba já resiste há quatro meses
Marcelo é dos membros do plantel que aderiram com mais entusiasmo ao movimento dos barbudos. Trata-se de uma homenagem à equipa do Rio Ave que, na época 1981/82, se apresentou na final do Jamor com as barbas compridas. “Ajuda a reforçar a mística do clube e a união no grupo”, contou o central. A última vez que Marcelo cortou a barba foi há cerca de quatro meses, prova de que a final de domingo é um acontecimento marcante para o grupo. Tarantini, Braga e Ruben Ribeiro são outros exemplos flagrantes de que a ideia teve grande adesão.
Futuro até pode ser do outro lado
Tal como a maioria dos brasileiros que aterram no futebol português, Marcelo “gostaria de chegar a um grande”. A visibilidade que tem ganho ao longo desta época pode ajudá-lo a concretizar esse sonho. Mas nem os elogios de Jorge Jesus desviam o seu foco da final. “Fico feliz pelas palavras de um grande treinador”, afirmou, sem esconder um sorriso quando confrontado com a possibilidade de rumar ao Benfica. “É um grande clube e todos os jogadores sonham dar o salto. Eu não sou exceção”, revelou, preferindo deixar o futuro para depois do Jamor.
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