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Dois anos bastaram para que a ascensão ao escalão principal, sob o comando de Pedro Gomes, se consumasse, seguindo-se uma descida, e o regresso, em força, para três anos consecutivos a namorar a qualificação europeia. “As duas equipas de Mourinho Félix (1981/82 e 1983/84) estão entre as melhores de sempre do Rio Ave. Se a primeira conseguiu um brilhante 5.º lugar, a segunda chegou à histórica final da Taça”, assevera Mário de Almeida. O capitão Duarte não hesita em fazer a sua escolha: “A equipa de 1981/82 é a que considero mais marcante. Tínhamos um grande guarda-redes, uma defesa sólida, um meio-campo de grande qualidade, e uma dupla de atacantes velozes, o Pires e o Álvaro, que nos tornavam extremamente perigosos no contra-ataque.
Faltava-nos um avançado de referência. Estou convencido que se o N’habola (grande goleador do Rio Ave entre 1982 e 1984, período em que apontou 32 golos em 60 jogos na 1.ª Divisão) estivesse nessa equipa tínhamos dado luta aos 3 grandes!” A época 1981/82 ficou marcada pelo primeiro triunfo rioavista sobre o Benfica, curiosamente o primeiro adversário que o Avenida recebera, em 1979, na divisão maior. Um golo de Pires aniquilou o então campeão nacional, em vésperas de prélio europeu, o que motivou a presença de um espião do Bayern Munique. Instando a comentar as incidências do jogo, o emissário bávaro referiu: “O Benfica perdeu, mas neste campo e contra este adversário qualquer equipa perdia.” Eram os Mourinhos de trabalho e a sua fortaleza da Avenida.
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