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Após ter realizado, em 1979/80, um exercício de estreia muito modesto, o Rio Ave retornou, em 1981/82, ao escalão maior sob o comando de Mourinho Félix, alcançando um brilhante 5.º lugar. Entre os reforços surgia Zé Mário, o filho do treinador, um jovem, no ano académico de transição entre o ensino secundário e o superior, sempre fiel ao sumo de laranja no convívio com os colegas.
Médio-ofensivo, Zé Mário treinava-se com o plantel principal e jogava pelas reservas, onde gostava de envergar a camisola 10. Destacava-se mais pela argúcia na leitura do jogo do que pelos atributos físicos e técnicos, como recorda o capitão Duarte Sá ao Record: “Era um miúdo habilidoso que pensava o jogo, mas pouco agressivo e fisicamente frágil. Encarava o jogo como pouco mais do que um entretenimento, mas estava sempre muito atento ao trabalho que a equipa fazia.” O seu futuro como treinador começava a traçar-se: “Quando havia uma alteração na rotina, nós dizíamos que tinha sido o Zé a decidir trazer um exercício novo”, revela Duarte.
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22 minutos em campo
Zé Mário efetuou um jogo oficial pelos vila-condenses. Foi suplente utilizado, a 19 de dezembro de 1981, no Salgueiros-Rio Ave (1-2), a contar para a Taça de Portugal. Rendeu, aos 98 minutos, Eusébio Patriota, posicionando-se no centro do ataque apoiado por Paquito e Álvaro. Ao minuto 106, Mário Reis, futuro adjunto de Mourinho Félix na caminhada gloriosa, em 1983/84, até ao Jamor, assinou, de livre direto, o golo do triunfo. Suplente não utilizado diante do Belenenses (fora) e excluído, por decisão presidencial, do banco dos suplentes frente ao Sporting (fora), Mourinho viu o sonho da estreia na divisão maior ficar eternamente adiado.
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