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Jogo após jogo, a mudança é uma constante. Em cerca de dois meses, Carlos Vicens já montou o Sp. Braga em diversos sistemas, deu honras de titularidade a 25 jogadores e utilizou um total de 28, à luz de uma rotatividade que, a princípio, serviu para atenuar o impacto físico do curto tempo de recuperação entre desafios e que mais tarde, por entre lesões, saídas e opções técnicas, se instalou como certeza.
A dança no onze e no banco tem sido intensa e não se prevê que vá parar no futuro próximo, até porque no dérbi com o Vitória há uma mexida garantida na equipa, em virtude da lesão de Paulo Oliveira. Fatores que dificultam a criação de uma linha de continuidade e que levam a que, ao cabo de 11 partidas, sobre apenas Tiago Sá para estrear.
É certo que o jogo com o Lincoln Red Imps em casa acabou por inflacionar o número dos utilizados, mas não é causa única. Basta, aliás, olhar para os números atuais para se perceber que há 20 nomes que já foram lançados em pelo menos cinco encontros, o que confirma que a existência de uma rotação em larga escala.
Por Pedro MoraisDefesa-central do Leça coincidiu com o guardião checo nos escalões de formação do Sp. Braga e apontou-o a um futuro de sucesso
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