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"Parece que houve receio de apitar contra um grande", sublinha o responsável sobre a atuação de Manuel Mota na Pedreira
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O presidente da Assembleia Geral da SAD do Sp. Braga, António Marques, secunda as críticas de António Salvador sobre a eliminação da Taça de Portugal, frente ao FC Porto, mas não esquece os contornos do triunfo do Sporting em Chaves, referindo-se ao rival direto dos minhotos na luta pelo 3º lugar.
"Se nós virmos o jogo parece que houve receio de apitar contra um grande, contra o FC Porto. Quer dizer, aquele lance do Maxi Pereira com o nosso atleta, com o Murilo, é uma coisa, é uma coisa que põe um jogador a sangrar e não acontece nada? Pronto, com certeza o árbitro fez o melhor que pôde, que soube, mas deixe-me dizer-lhe que alguém responsável deste país tem que olhar o que se passou em Chaves no fim-de-semana com o Sporting SAD", sublinhou aquele alto responsável da sociedade arsenalista, não especificando se estava a fazer referência ao facto dessa partida também ter sido dirigida por Manuel Mota, que causou polémica ao expulsar Ristovski.
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"Nomeação imprevidente? Suponho que sim, mas quem sou eu para dizer isso... os responsáveis existem, eles é que sabem, com certeza que há um racional... não quero estar apenas a falar do árbitro. Há coincidências a mais quando o Sp. Braga está a discutir os primeiros lugares", acrescentou Marques em declarações à Renascença.
A forma emocional como sentiu o que se estava a passar no relvado levou mesmo o dirigente a abandonar mais cedo a Pedreira. "O primeiro golo é um golo limpo. Não houve fora-de-jogo. Os comentadores, imagens e câmaras demonstraram-no. Não quero dizer que o árbitro errou de propósito, nada disso, mas são coincidências, e tenho de acompanhar integralmente o que o nosso presidente António Salvador disse e que é algo que constatámos há muito tempo no Sp. Braga, que é quando o Sp. Braga está ali na porta principal do edifício, está ali próximo dos lugares cimeiros, há coincidências. É só isso que eu digo. Não posso dizer mais nada. Não vou comentar este jogo porque passaram-se coisas estranhas. Eu nem assisti ao jogo todo. A minutos do final vim-me embora porque estava de facto irritado com o que se estava a passar. O que aconteceu não me parece que seja com intenção, que seja de propósito ou não, mas há ali falhas e coincidências. As coisas não correram bem, agora a coincidência triste e lamentável é que não correm bem quando é o Sp. Braga que está em jogo", concluiu.
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