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Treinador do Sp. Braga abordou críticas de Álvaro Pacheco e diz não entender o facto do jogo ter ido para lá dos 90'+5
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O Sp. Braga viu escapar o triunfo diante do V. Guimarães aos 90'+8, deixando escapar uma vitória que parecia certa e que, para Artur Jorge, seria de inteira justiça. Na análise ao dérbi minhoto, o técnico do Sp. Braga abordou ainda críticas de Álvaro Pacheco ao "antijogo" da sua equipa e diz não entender o facto do jogo ter ido para lá dos 90'+5 que o árbitro tinha apontado como tempo extra.
"Perdemos 2 pontos quando fizemos um jogo bom, em que tivemos as melhores oportunidades, fomos mais dominadores nos 90 minutos, ou nos 98 minutos, referindo-me ao alongar do período de compensação que é determinante para o resultado final. É um sentimento de injustiça para o que produzimos, para o espírito de missão dos jogadores, que mereciam bem mais do que um ponto. É um empate que sabe a derrota", assumiu o treinador, que abordou ainda o lance em que Abel Ruiz falhou um possível 2-0 na cara de Bruno Varela.
"É a diferença entre ganhar e não ganhar. Tivemos na primeira parte o tal golo anulado, uma bola no poste, tivemos duas oportunidades perto do fim, do Abel Ruiz e André Horta, é a diferença para se poder ganhar. Podíamos estar aqui com outro estado anímico se tivéssemos sido eficazes nas oportunidades que criámos. Temos que as aproveitar."
Sobre as críticas de Álvaro Pacheco de antijogo da sua equipa, o técnico respondeu: "Posso fazer as substituições no primeiro minuto ou no minuto 90. Posso perceber o estado emocional, mas isso não pode retirar a racionalidade. Antijogo? Basta ver o jogo desde o início. O tempo de compensação foi exagerado e acaba por ditar o resultado final, porque o golo surge aos 90+8 minutos e o árbitro deu cinco minutos. Parece-me descabido alargar a compensação por ter feito substituições perto do fim."
Em termos anímicos pode afetar?
"Temos um mês de janeiro muito exigente, mas este resultado só vai ditar que vamos dormir mal hoje. Amanhã [domingo], vamos voltar a treinar com foco total, não temos tempo para vangloriar vitórias, nem chorar um empate que nos sabe a derrota".
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