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Clube de Esposende emitiu comunicado em reação às acusações de ontem dos guerreiros
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O CF Fão emitiu, esta tarde, um comunicado onde responde às acusações de ontem do Sp. Braga, em que os guerreiros referiram que o clube do concelho de Esposende não tem cumprido o contrato-promessa relacionado com o Complexo Desportivo de Fão e que este se encontra ilegal.
Ora, o CF Fão defende que "não incorreu em qualquer incumprimento de tal contrato-promessa". "Na data em que tal contrato-promessa de compra e venda foi celebrado não existia a licença de utilização relativa ao Centro Desportivo de Fão, porém, tal facto era e foi do conhecimento do SC Braga e não foi impeditivo do SC Braga celebrar esse contrato", lê-se.
"Apesar da inexistência de tal licença, o SC Braga não deixou de fazer uso e utilização intensiva de tal Centro Desportivo, tendo nele realizado, inclusivamente, todos os jogos oficiais da Liga 3 na qualidade de visitado, nem impediu o SC Braga de alugar o espaço a outros clubes e de retirar disso dividendos", acrescenta ainda o Fão, lembrando que o Sp. Braga apresentou proposta de 1 M€ para a compra do complexo, "um preço muito inferior àquele que contratualmente se tinha obrigado".
Recorde-se que, em virtude deste diferendo, o Sp. Braga B vai deixar de jogar em Fão na condição de visitado na Liga 3 2024/25.
Comunicado na íntegra do Fão:
"O CF Fão, confrontado com o comunicado do SC Braga, relativo ao Complexo Desportivo de Fão e ao contrato-promessa de compra e venda celebrado com o município de Esposende e com o SC Braga, vem comunicar que, diferentemente do declarado em tal comunicado, não incorreu em qualquer incumprimento de tal contrato-promessa.
Na data em que tal contrato-promessa de compra e venda foi celebrado não existia a licença de utilização relativa ao Centro Desportivo de Fão, porém, tal facto era e foi do conhecimento do SC Braga e não foi impeditivo do SC Braga celebrar esse contrato.
Apesar da inexistência de tal licença, o SC Braga não deixou de fazer uso e utilização intensiva de tal Centro Desportivo, tendo nele realizado, inclusivamente, todos os jogos oficiais da Liga 3 na qualidade de visitado, nem impediu o SC Braga de alugar o espaço a outros clubes e de retirar disso dividendos.
A falta dessa licença também não foi impeditivo do SC Braga ter apresentado proposta na execução judicial para tentar comprar o Centro Desportivo de Fão por apenas 1.000.000,00€, ou seja, por um preço muito inferior àquele que contratualmente se tinha obrigado. O CF Fão foi o lesado e não o incumpridor.
Se aqueles que contratualmente se obrigaram tivessem cumprido as suas obrigações contratuais, o património do CF Fão não tinha sido objeto de qualquer execução judicial e de ter sido colocado à venda em leilões eletrónicos e na modalidade de venda por negociação particular (agente de execução).
O tempo e a justiça encarregar-se-ão de trazer a verdade."
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