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Manhã de sábado marcada por Assembleia Geral do clube bracarense
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A manhã foi de Assembleia Geral do Sp. Braga, com a reunião de sócios na AMCO Arena a ter arrancado com o discurso de António Salvador. O presidente do clube e da SAD arsenalistas destacou o crescimento social e nas diversas modalidades, admitindo, porém, que 2024/25 foi uma época que "não preencheu" as ambições no que diz respeito à equipa principal de futebol masculino.
"A época do nosso futebol não foi positiva e o resultado financeiro gerado não pode deixar-nos satisfeitos. Com a ambição que nos caracteriza e com o compromisso com o constante crescimento que sempre temos defendido, não podemos deixar de referir que queríamos mais e melhor", referiu. De recordar que a SAD fechou 2024/25 com prejuízo de quase 11 milhões de euros e o clube, apesar de ter tido um resultado individual positivo, viu-se afetado pelo impacto das contas da SAD e acabou por apresentar prejuízo de quase 3,7 M€.
"Ao longo dos últimos cinco anos, a nossa equipa principal de futebol fez dois pódios na I Liga; ganhou duas Taças da Liga e uma Taça de Portugal; disputou a fase de grupos da Liga dos Campeões e chegou a fases adiantadas da Liga Europa. Na época passada, discutimos até à última jornada mais um lugar no pódio. Não sendo irrelevante, também não nos preenche. Queremos mais e estamos a trabalhar para mais", acrescentou Salvador.
"Tanto no plano desportivo, como no plano financeiro, relativamente ao qual estamos certos de que voltaremos já esta época aos resultados positivos. Aliás, ao dia de hoje esse mesmo resultado já está praticamente assegurado com a performance europeia da equipa e com as mais-valias realizadas com atletas. O resultado negativo da SAD foi, por isso, circunstancial", disse ainda o líder máximo dos arsenalistas.
Poupança das famílias
Um dos aspectos destacados pelo presidente do Sp. Braga foi o impacto do clube na vida dos jovens praticantes das diversas modalidades, recorrendo a um estudo da Faculdade de Economia da Universidade do Minho.
"Segundo um estudo recente da Faculdade de Economia da Universidade do Minho, os serviços prestados pelo Clube aos seus atletas da formação representam uma poupança anual de cerca de 1.800€ para os respetivos agregados familiares. Multiplicados pelo nosso universo de atletas, são mais de 10 milhões de euros por ano de custos evitados às famílias, à comunidade e em última instância ao Estado português", sublinhou.
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