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CONTESTADA por largas franjas de sócios, a venda de Tiago, Ricardo Rocha e Armando ao Benfica acaba por ser o maior negócio de sempre da história do clube, ao passo que a verba conseguida com os dois jovens da "cantera" se aproxima dos valores pagos por Hugo (Sampdoria) e Silva (Boavista).
Ao que apurámos, Ricardo Rocha e Tiago representam a maior fatia dos três milhões de euros envolvidos no negócio, entrando Armando como espécie de "contrapeso". O primeiro foi avaliado em um milhão e 250 mil euros (250 mil contos), ao passo que o jovem Tiago rendeu 1 milhão e 375 mil euros (275 mil contos), enquanto Armando valeu uns escassos 375 mil euros (75 mil contos).
Se a isto juntarmos os 15 por cento que ainda pertencem à Braga, SAD em cada um dos passes (num mínimo de cem mil contos de receita suplementar em caso de revenda), mais o jogo que o Benfica ficou de realizar em Braga na pré-época – rentável até em termos televisivos – e os dois jogadores cedidos sem custos pelo Benfica (Mawete e Ricardo Esteves), facilmente se conclui que o negócio nem foi tão mau como se pinta, tendo em conta a fase de quebra do mercado.
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Ao que tudo indica, caso estará relacionado com uma disputa familiar