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As agressões de que foram alvo os jogadores e a equipa técnica do Sporting em Maio abriram a porta a uma série de rescisões, estando actualmente quatro em processo, com os jogadores a exigirem uma indemnização pelos danos e o Sporting a pedir uma indeminização pelas rescisões. Mas a detenção de Bruno de Carvalho este domingo promete dificultar a vida da SAD leonina.
As rescisões unilaterais dos jogadores Daniel Podence, Gelson Martins, Rafael Leão e Ruben Ribeiro, na sequência das agressões de que foram alvo na Academia de Alcochete, poderão significar um custo de 6,8 milhões de euros para a Sporting SAD, de acordo com o prospecto da emissão de dívida que a SAD leonina está a fazer para se financiar.
Este é um dos riscos assumidos pela SAD e que este domingo acabou por se "agigantar", uma vez o líder da SAD na altura dos acontecimentos em Alcochete, Bruno de Carvalho, foi detido por suspeitas de estar envolvido nestes actos "terroristas".
Assim, o risco de ter de pagar aos antigos jogadores do clube 6,8 milhões de euros parece maior do que receber mais de 270 milhões de euros, reclamados pela SAD pela rescisão unilateral dos jogadores.
Na bolsa, as acções da SAD leonina não estão a registar oscilações acentuadas, subindo 0,72% para 0,695 euros, tendo trocado de mãos 200 títulos esta sessão. Recorde-se que as transacções das acções do Sporting, sendo uma cotada de reduzida liquidez, só se efectuam duas vezes por dia: uma às 10:30 e outra às 15:30, apesar de as ordens estarem sempre a entrar no sistema. Neste regime de negociação por chamada estão cotadas com pouca liquidez ou pouca dispersão em bolsa. Ou seja, a haver mais oscilações nestas duas cotadas só às 15:30.
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