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Luís Miguel Henrique, advogado de Jorge Jesus, respondeu esta sexta-feira na CM TV às acusações do Benfica, que defende que o facto de o técnico ter trocado as águias por um rival direto é um deslealdade.
"O Benfica queria que o Jorge fosse trabalhar para a Segunda Liga? Faltou conhecimento a quem estava no Benfica para perceber o que se ia passar? Isso é um problema deles. Achei bem que ele fosse a Alcochete e a visita dele para conhecer futuras instalações de trabalho em nada colidiam com o contrato que ele tinha. O dever a lealdade não se pode sobrepor ao direito ao trabalho. O Benfica não o queria, mas mesmo que o quisesse ele teria o direito a trabalhar onde quisesse. Mas afinal quem é o concorrente direto do Benfica? Só se forem clubes da 2.ª Liga", disparou o advogado, que é também amigo do treinador.
O advogado garante ainda que as acusações em relação ao "roubo" de software e de assédio a funcionários são falsas. "Copiar software é mentira. Ninguém copiou nada. O que se fala é software indicado pela equipa técnica de Jesus. Ao longo dos anos foram aparecendo outros programas que a equipa técnica foi utilizando. É uma licença que qualquer clube pode usar. Não foi criado ou desenhado apenas para o Benfica. As pessoas que foram com ele para o Sporting também estavam em final de contrato. São trabalhadores que têm o direito de acompanhar uma pessoa com quem já trabalham há anos. Palavra assédio é errada."
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