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RECORD - Estava há pouco tempo no Sporting quando chegou o Ioannidis. Como é que tem a sido a vossa coabitação no balneário?
LUIS SUÁREZ – Acho que a competição sã que temos todos dentro do balneário – não apenas na minha posição – faz com que cada um de nós melhore como jogador, porque conseguimos retirar o máximo de cada um dentro de campo. A chegada do Ioannidis foi também fundamental para a equipa. Em termos individuais, digo que é um jogador que tem tido menos minutos do que eu, mas está sempre com um sorriso e apoia-me em momentos complicados dos jogos, dando conselhos e vice-versa. Por exemplo, falando num caso concreto, no jogo contra a Juventus, em Turim, ele foi titular e quando acabou a primeira parte, reunimo-nos os dois e perguntámos o que podíamos melhorar na nossa posição. Há uma relação profissional e pessoal muito boa. Para mim o Ioannidis é um jogador de topo... É muito completo, rápido, chega muito bem no espaço, associa-se muito bem os companheiros.
R - Têm treinado juntos. O que ganha a equipa se jogarem os dois de início?
LS – Creio que podemos dar um pouco mais de versatilidade. O Ioannidis é um jogador de área, é bom no jogo aéreo como vimos no último jogo com o Santa Clara, e também joga bem com os pés. Eu posso começar a descer mais um pouco e jogar de costas para a baliza. Nos jogos mais complicados podemos ter dois avançados na área.
R - A sua chegada acabou por originar a saída do Harder. Acredita que o Conrad podia ter sido mais paciente?
LS – Cada pessoa ou cada jogador é um mundo e quer sempre jogar. Ele tomou decisões que para ele era conveniente nesse momento e há que respeitar. Na vida tomas decisões - boas, más ou normais -, por isso o desenrolar do tempo dar-te-á ou tirará razão.
“Míster foi muito importante”
R - Qual foi o impacto de Rui Borges no seu arranque em Alvalade?
LS – O míster foi muito importante pois passou-me tranquilidade em todos os momentos. Quando não entendia algo, ele aproximava-se de mim e explicava-me as diferentes situações, como jogavam vários companheiros... Estou muito agradecido porque essa receção, não foi só o míster, mas todo o staff. *
“Posso terminar na Colômbia”
R - Conhece o Fredy Montero? Foi o último internacional cafetero a passar por aqui e está a terminar a carreira na Colômbia. Vê-se a seguir um percurso semelhante no futuro?
LS – Sim, eu conheço o Montero – e creio que posso terminar a minha carreira na Colômbia. Há poucos dias falei com a minha mulher sobre isso e ambos chegámos à conclusão que gostaríamos de viver lá por uns tempos. Se conseguir fazê-lo a jogar futebol, acredito que será ainda melhor.
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