Mbo Mpenza entrou no antigo José Alvalade em janeiro de 2000, mas a tempo de marcar 4 golos ao longo dos 17 jogos em que ajudou o Sporting a sagrar-se campeão nacional.
O antigo internacional belga admite que até possa ter sido decisivo na épica conquista de 2000, mas lembra que o mérito tem de ser repartido por todos. “Quando chegámos, o clube já estava em recuperação. Não era o primeiro classificado, mas já fazia bons resultados. Admito que eu, o André Cruz e o César Prates possamos ter acrescentado o que faltava. Mas, sublinho, o mérito foi de toda a equipa, porque só três não dávamos conta do recado... A verdade é que éramos muito unidos e completávamo-nos enquanto jogadores e em prol de um grupo. Essa foi a base do sucesso”, considera o antigo extremo, recordando que o Sporting que encontrou era, à data da sua chegada, 2.º classificado a 3 pontos do líder FC Porto.
Tal como André Cruz e César Prates, também Mpenza entrou para a história sob o epíteto de “reforços decisivos”. Recorda, por isso, o que viveu em 2000 e sustenta-se na experiência pessoal para dizer o que pensa sobre eventuais investidas na próxima janela de transferências. “A abordagem ao mercado de janeiro será essencial no futuro da equipa, mas não sou eu que tenho de dizer que é melhor contratar ou não. Acima de tudo, é preciso transmitir confiança aos jogadores deste plantel. E julgo que é isso que está a ser feito – e bem. Depois, se entenderem que com um ou dois reforços a equipa estará melhor preparada para atacar o título, que o façam mas dentro de critérios rigorosos. Mesmo quem está longe como eu, nota que o grupo transpira confiança a cada jogo”, revela, avisando que só “autoriza” a direção a contratar “reforços de nível”.
Quanto ao bom momento do clube, Mpenza confessa que não poderia estar mais feliz. “É claro que sei que o meu Sporting está em primeiro! Pelo que tenho visto, estamos com uma equipa forte, capaz de me fazer acreditar que o Sporting pode ser campeão. O 1.º lugar é inteiramente merecido, mas atenção que nada está ganho... Há que continuar a trabalhar, sabendo que os rivais são fortes. Sobretudo o FC Porto, que pode estar em crise mas já mostrou que pode recuperar a tempo de manter a hegemonia”, avisa.
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