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O peso de Carlos Gonçalves no processo de Marco

O peso de Carlos Gonçalves no processo de Marco
• Foto: Vítor Chi

Visado no ataque de José Eduardo a Marco Silva, quando o antigo jogador do Sporting sugeriu a alegada promiscuidade de interesses entre o técnico e o seu empresário, Carlos Gonçalves tem atualmente três “clientes” na equipa principal dos leões. Além do técnico, o agente representa mais dois jogadores, o que significa que tem um “peso” relativo na globalidade do plantel, menor ainda se considerarmos que dos nomes em causa, Maurício e Montero, nenhum desfruta do estatuto de titular indiscutível de que ambos beneficiaram durante grande parte da temporada passada. O avançado colombiano tem sido preterido por Slimani, embora até tenha começado no onze, devido ao processo disciplinar movido ao argelino em finais de agosto; o central brasileiro, apesar de estar na primeira linha de opções desde o início da campanha, tem vindo a jogar com menor regularidade (e rendimento) do que em 2013/14.

Sambinha, Mica Pinto ou Betinho são outros jogadores da “carteira” da Proeleven, de Carlos Gonçalves, ligados ao Sporting. André Villas-Boas é o cabeça de cartaz da empresa, secundado por Marcos Rojo.

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Indemnização ultrapassa 1,5 milhões

Um razão que está a travar a saída de Marco Silva prende-se com a indemnização a pagar pela SAD ao treinador, em caso de despedimento: bem acima do 1,5 milhões de euros. Como Record já adiantou, o treinador tem um contrato de quatro temporadas, que expira em junho de 2018, recebendo 500 mil euros brutos por cada uma. Neste processo, Marco Silva tem bem presente que não vai dar um passo no sentido do divórcio, até porque o grupo está do seu lado. Por via disso, está determinado em continuar o seu trabalho, lutando nas frentes em que o Sporting está envolvido e tentando recuperar terreno na Liga.

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