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O que deixa Luis Suárez a "chorar de emoção"? «Foram muitos anos à espera de uma oportunidade...»

Luis Suárez num festejo que começa a ficar... conhecido!
• Foto: Paulo Calado

O impacto que Luis Suárez tem tido no Sporting, naquela que é a sua época de estreia no clube, não passa, claro, ao lado dos sportinguistas. E esse reconhecimento vai também além-fronteiras, já que no seu país natal, a Colômbia, o avançado goza hoje de um reconhecimento que nunca teve - garantia... do próprio.

Em declarações à 'Win Sports', estação televisiva daquele país sul-americano, Suárez admitiu que o reconhecimento que recebeu dos adeptos cafetero foi "do zero aos 100". "Mudou muito. Passei toda a minha carreira em Espanha, por isso não tinha um público ou uma imprensa colombiana por essa razão, porque não jogava num grande clube da Colômbia. E obviamente jogar pela seleção nacional dá-nos um valor incrível. Quando estamos bem, todos os colombianos reconhecem isso", sublinhou, ciente de que o destaque que tem atualmente na seleção é reflexo de "muita paciência": "Foram muitos anos de trabalho à espera de uma oportunidade. E quando ela surgiu, sabia que não a podia desperdiçar".

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A poucos meses do Mundial, onde a Colômbia irá defrontar... Portugal, Uzbequistão e o o vencedor do caminho 1 do playoff intercontinental (Jamaica, Nova Caledónia ou Congo), o avançado de 28 anos espera continuar em bom plano no Sporting para almejar um lugar entre os convocados. Uma possibilidade que até o deixa... emocionado. "Todos os colombianos sonham estar num Mundial, mesmo aqueles que já estiveram. Temos queremos cantar o hino no estádio. Consigo visualizá-lo e até tenho vontade de chorar de emoção só de pensar", atirou.

Ainda que com o pensamento de "jogo a jogo", o camisola 97 sonha alto e vê-se a levantar o troféu da maior competição de seleções que irá arrancar no verão. "Temos ferramentas suficientes para avançar muitas fases. Esperamos chegar ao último dia e, porque não, erguer o troféu. É a razão pela qual este processo foi feito e para o qual temos trabalhado. Nós, colombianos, temos a má mentalidade dos conformistas. Temos de mudar essa mentalidade de estarmos satisfeitos com o que temos e começarmos a procurar mais. Vamos trabalhar pouco a pouco e não estabelecer um teto. Temos de ter essa mentalidade de que vamos até ao último dia e, porque não, ser campeões", rematou.

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Por Ricardo Granada
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