Um “B” de bonança após a tempestade

Um “B” de bonança após a tempestade
• Foto: LUÍS VIEIRA

Com 11 novos titulares relativamente ao jogo com o Nacional e quatro estreias absolutas na equipa, o Sporting foi a Guimarães demonstrar que há vida para além da crise. Depois de uma semana de naufrágio na relação entre Marco Silva e Bruno de Carvalho, um “B” de bonança acalmou os efeitos da tempestade interna e provou que do conjunto secundário podem, de facto, sair alternativas para o plantel principal. Nem todos aproveitaram a oportunidade da mesma forma, mas Tobias Figueiredo e Ryan Gauld, sobretudo estes, mostraram argumentos capazes de justificar outras chamadas.

Forte nos duelos e autoritário, o central destacou-se pela simplicidade de processos e bom sentido posicional, que lhe permitiu intercetar inúmeros lances. O médio escocês, por seu turno, evidenciou-se no capítulo das recuperações de bola (12!) e passes de rutura, conjugando trabalho e arte em doses bem equilibradas, como que a dizer que tem muito mais do que uma alcunha (mini-Messi) para oferecer.

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Numa segunda linha de exibições podem colocar-se Esgaio, Geraldes ou Slavchev, este compensando em qualidade de passe (iniciou o primeiro golo) a lentidão e falta de agressividade. Menos assertivo esteve Podence, que incorreu em nove perdas de bola, por insistir (mal) no drible (ainda assim fez a tabela para Esgaio, no 1-0). De resto, do banco saíram três soluções interessantes (a começar em Wallyson) que construíram o segundo golo. Futuro há, resta clarificar o presente.

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