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O investimento inicial foi de 18 M€ e acabou por ser pago só com a transferência de Cristiano Ronlado. Há um ano a direção anunciou mais melhoramentos que ainda não passaram do papel
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A 21 de junho de 2002, o Sporting inaugurava com toda a pompa e circunstância a Academia, em Alcochete, uma obra que permitido uma exploração eficaz da formação leonina. Os grandes impulsionadores da obra foram Dias da Cunha (presidente), Godinho Lopes (vice-presidente) e José Diogo Salema (1º diretor da Academia), um projeto que se veio a revelar muito complicado dada a localização e as divergências no clube. Certo é que o Sporting foi o pioneiro neste tipo de infraestruturas em Portugal e, atualmente, é dos relvados de Alcochete que saem os principais ativos do clube leonino. "Na altura houve quem dissesse que era um projeto megalómano, mas só a venda do Cristiano Ronaldo por 18 M€ pagou toda a obra...e estamos a falar na altura em que o Cristiano Ronaldo ainda estava baratinho", recorda José Diogo Salema que não esconde o seu orgulho quando visita regularmente o centro nevrálgico do futebol do Sporting.
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