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07 abril

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André Cruz: «Manter a concentração e não adianta stressar»

André Cruz: “É preciso estar bem preparado, tanto física como emocionalmente”...

André Cruz: «Manter a concentração e não adianta stressar»
André Cruz: «Manter a concentração e não adianta stressar» • Foto: MIGUEL BARREIRA

Chegar, ver e jogar um dérbi não é para todos. Na verdade, no novo milénio só cinco leões o fizeram: Celsinho (2007), Wender e João Alves (2005), Fumo e André Cruz (2000). O carismático ex-central brasileiro, que venceu dois campeonatos em Alvalade, foi o último a ser contratado na reabertura do mercado de transferências e a fazer o primeiro jogo de verde e branco no clássico dos clássicos (a 9 de janeiro de 2000, num 0-0 no Estádio da Luz).

Catorze anos depois, domingo, Heldon pode repetir a experiência. E André Cruz sabe o que é necessário para enfrentar um palco tão exigente como o da estreia num duelo contra o eterno rival. “Um jogador precisa de estar bem preparado, tanto física como emocionalmente. Requer uma concentração diferente de outros jogos”, alerta o agora empresário, de 45 anos.

A preparação passa muito pelo enfoque no próprio jogo e no rival. “Nos dias anteriores, é importante visualizar aquilo que queremos que aconteça dentro de campo e focarmo-nos no adversário direto. Mas de forma equilibrada. Eu conheci um treinador que principalmente antes destes jogos ficava muito nervoso e pensava em coisas que nem sequer dependiam dele. Ou seja, há que manter a concentração e não adianta stressar.”

Estudar

Insistindo no conhecimento dos oponentes mais diretos, André Cruz dá o seu exemplo. “Quando defrontava o FC Porto, sabia como jogava o Jardel. Contra o Benfica, tinha esse cuidado com o Nuno Gomes e o João Vieira Pinto, que ainda estava lá na minha estreia. Estudava-os, sabia os seus tiques e como se comportavam. Um jogador excecional pode surpreender-nos; por isso, quanto mais soubermos sobre ele mais os riscos diminuem”, aconselha.

No caso de Heldon, a receita aplica-se menos à defesa e mais ao ataque, onde o ex-Marítimo tentará explorar as debilidades de Maxi Pereira ou Siqueira. “Ele vai ser obrigado a recuar para ajudar na marcação, mas terá essencialmente de estudar os defesas, os seus pontos fracos e a melhor forma de chegar à baliza contrária”, argumenta André Cruz.

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