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Ex-líder leonino diz que o sucedido "foi bem aproveitado pela oposição que não tinha coragem de dar a cara"
A presidência de Bruno de Carvalho fica marcada pelo ataque à Academia de Alcochete, mas o antigo líder leonino considera que o sucedido há sensivelmente um ano no centro de treinos dos leões "não foi o momento mais negro da história" do clube. E explica porquê.
"Acho que politicamente foi bem aproveitado pela oposição que não tinha coragem de dar a cara", começa por dizer, numa entrevista à revista 'Playboy'.
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"Continuo a achar que não foi o momento mais negro da história do Sporting. Para mim o momento mais negro foi o pior ano desportivo de sempre e a falência técnica do Sporting, que caminhava para deixar de ser um dos grandes. Isso para mim acho que foi o período mais negro do Sporting. Aquilo que aconteceu foi um ato hediondo, criminoso, que está a ser julgado. Em Guimarães foi muito pior aquilo que se passou na Academia. Mas Guimarães teve uma sorte grande. Foi um treinador à altura daquilo que lá aconteceu e que não permitiu que escalasse ou que se passasse cá para fora muito daquilo que se passou, mas lá foi muito pior e não foi dada esta propaganda toda, porque eu chamo-lhe propaganda, que foi dada ao Sporting", prosseguiu.
"E a pergunta seguinte seria, mas o Sporting é o Sporting e o Guimarães é o Guimarães. É a pergunta mais errada possível, porque são todos homens e aí peço desculpa mas não pode haver discriminação por camisola ou por clubismo. São homens que foram agredidos, violentados e isso eu não consigo fazer a separação, que se chama Joaquim ou Manuel, ou se joga no clube A ou no B. São crimes. São atitudes que não deviam acontecer mas, continuo a dizer, o Pedro Martins, grande treinador e que grandes saudades me deixa de quando era jogador, teve a capacidade de conseguir não transformar aquilo em algo que no Sporting politicamente as pessoas aproveitaram para transformar em algo muito, muito pior do que aquilo que aconteceu, apesar de ter sido um crime hediondo, que o Sporting prontamente se pôs ao serviço da justiça para toda a colaboração necessária, para se apurar os culpados", acrescentou.
Bruno de Carvalho acabou por ser destituído e viu o médico do clube (Frederico Varandas) ocupar o cargo de presidente. "É-me completamente indiferente, acho que isso é uma escolha dos sportinguistas. A partir do momento em que não me deixaram, para mim ilegitimamente, ir a eleições, os sportinguistas são livres de fazer as suas escolhas e se era o médico ou o roupeiro, isso já é uma escolha dos sportinguistas, não era minha. Eu nem consegui ir votar, porque tive uma gastroenterite nesse dia e portanto nem exercer o meu voto pude fazê-lo. E também não poderia porque estava suspenso."
Se tivesse ido votar, o seu candidato estava escolhido. "Fazia um quadradinho à parte, punha 'Bruno de Carvalho' e fazia o X".
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