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A gestão dos terrenos circundantes levanta sérias dúvidas ao ex-presidente do Sporting que aponta o dedo a anteriores direções
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"Sem Filtro – As Histórias dos Bastidores da Minha Presidência" chega esta sexta-feira às livrarias. Record leu as revelações de Bruno de Carvalho sobre os cinco anos à frente do Sporting e faz, ao longo do dia, um resumo de todos os temas e protagonistas.Bruno de Carvalho realça o "papel extraordinário" de Alexandre Godinho no processo de construção do Pavilhão João Rocha e garante que a obra "está paga" graças ao pagamento de "uma dívida da SAD ao clube" e dos fundos recolhidos pela "Missão Pavilhão". "Será sempre um dos meus maiores motivos de orgulho do tempo que fui presidente", admite BdC.
A gestão dos terrenos circundantes, porém, levanta sérias dúvidas ao ex-presidente. "As direções anteriores tinham pago cerca de 5 milhões de euros à autarquia lisboeta para ter licença de construção e ainda deram terrenos à edilidade. Outro negócio fantástico", aponta. Bruno acusa Godinho Lopes (à data ‘vice’ com o pelouro do património) e Diogo Gaspar Ferreira (então diretor-geral) de terem prejudicado o Sporting com a passagem de área de construção de um terreno para outro que estava a ser negociado com a empresa holandesa MDC. “Assim ao Sporting apenas restava um terreno para espaço verde e a MDC ficou com mais área para construir.” Curioso é que “o Sporting ainda ficava responsável por arcar com as despesas de construção de todas as infraestruturas do terreno pertencente à MDC”, ou seja, “mais 2 milhões de euros de despesa.” Até o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, “ficou incrédulo.” “E foi muito assertivo. Disse que aquilo fora apenas para tramar o Sporting”, pormenoriza Bruno.
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