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Ex-presidente do Sporting admite que algumas frases nunca deveriam ter sido ditas
O primeiro comentário de Bruno de Carvalho horas após o ataque a Alcochete gerou polémica, com o antigo presidente do Sporting a usar termos como "é chato" ou "o crime faz parte do dia a dia". Numa entrevista à TVi, no dia em que lançou o seu livro "Sem Filtro – As Histórias dos Bastidores da Minha Presidência", BdC admite que não deveria ter dito algumas expressões e contou os bastidores dessa intervenção.
"Foi uma péssima declaração. Devia ter dito que era um crime hediondo e ter parado aí. O homem BdC estava totalmente destruído. Não assisti só a isso enquanto estive na Academia. Vi as imagens, o estado dos jogadores e da equipa técnica e as maiores figuras do Estado a apontarem-me o dedo. Os elementos da comunicação deviam ter-me parado logo ali. Foi gravado. Não correu bem. Houve situações em que não fui ajudado. Bastava ter parado a declaração no fim da primeira frase. Ser líder tem muito de solidão. Ou se está bem escudado ou também se cometem muitos erros. Não consegui viver bem com tudo o que assistia na TV. Disse que o crime faz parte do dia mas fui claro a dizer que o crime era hediondo", lembrou Bruno de Carvalho.
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Para o ex-líder leonino, as rescisões "a conta-gotas "após o ataque foram um "plano político" que serviram para o "desgastar", referindo que foram a derradeira "machadada". Bruno de Carvalho comparou ainda o ataque à Academia do Sporting com a de Guimarães: "Alcochete foi crime hediondo e ampliado porque há imagens. Pedro Martins [n.d.r.: ex-treinador dos minhotos], como líder, retirou os telemóveis e fez com que os jogadores treinassem na academia; os jogadores do Sporting passaram uma semana a treinar em casa ou na clínica do doutor Varandas. É a diferença entre o líder e o não-lider."
BdC fez ainda outra revelação: "Jorge Jesus disse-me 'não esteja preocupado porque também invadiram o Seixal e os jogadores culparam o Vieira'".
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