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Bruno de Carvalho explicou a sua forma de estar, mas admitiu que há certas situações em que se põem a jeito para se "tornar num saco de boxe"...
Numa larga entrevista à Sporting TV, Bruno de Carvalho aceitou o repto que lhe foi deixado de definir, logo de começo, a palavra "presidente", explicando aquilo que se propôs quando decidiu assumir o cargo de líder do clube de Alvalade.
"Trabalho de equipa é muito importante, mas muitas vezes solitário, com tomadas de decisões tremendas, e diárias. De recuperar um clube que estava falido e não só em termos financeiros. Estava falido em termos de ambição, eramos um clube entregue a um certo comodismo, tristeza. Quando me candidatei, era este o desafio, o perfil: resolver situação financeira e devolver o orgulho aos sportinguistas e o clube às grandes decisões do futebol, a nível nacional e internacional", começou por dizer, ao canal de televisão do clube.
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Questionado sobre a comparação que, por vezes, se faz da sua presidência ao regime da Coreia do Norte, BdC explicou a sua forma de estar, mas admitiu que há certas situações em que se põem a jeito para se "tornar num saco de boxe". "Há pessoas que não entendem o que deve ser o perfil de um presidente nas condições do presidente do Sporting. Então, fazem essas confusões. Se aparece muito, se aparece pouco; se devia ir ou não para o banco; se devia ir ou não a programas com comentadores, opinadores e ‘paineleiros’. Fico espantado porque acho que a maior parte das pessoas só reage por estímulos. Ouvimos três segundos de uma intervenção do presidente do Sporting a seguir ao jogo com o Boavista e depois comentamos durante três horas sem ter ouvido o resto", atirou.
"Há uma forte vontade de me tornarem num saco de boxe - e eu também me coloco a jeito . Há quem compreenda o meu lado em defesa do Sporting, mas também há quem só veja o trauliteiro, o incendiário, criador de polémicas. O que me interessa é a eficácia e a eficiência. Sei muito bem onde quero chegar e onde queremos levar o Sporting. O Sporting não tinha tempo para recuperar, não tinha cinco ou dez anos para recuperar. Quando cheguei, havia três meses de salários em atraso. As pessoas esquecem-se porque lhes dá jeito. Aí, o Sporting ou matava ou morria. Estava à beira de um colapso. Se tiver nota 10 em eficácia, está perfeito. Nunca me ouviram o discurso do chorão, que era muito pior e que por isso não o fizemos… Não! Optei por um discurso ambicioso desde o início. Os sportinguistas entendam que tudo o que faço, tudo o que digo, toda a imagem que passo, está relacionado com um rumo perfeitamente traçado para o Sporting. A única vez que pode não acontecer, é quando as pessoas me vêem às vezes um bocado danado a seguir aos jogos, porque realmente sofro porque sou sportinguista", admitiu.
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