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Líder dos leões esteve esta manhã reunido com Fernando Gomes, líder da FPF
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O presidente do Sporting considera que não são as intervenções dos presidentes que elevam os níveis de ódios, mas sim o facto de se incitar à violência, seja através de tarjas ou de cânticos, sem que essas ações sejam castigadas.
"Não podemos confundir muitas vezes o que são as intervenções dos presidentes, não se pode confundir rivalidades com ódios. E os ódios não vêm de se falar, de haver troca de palavras dos presidentes. Não é isso que eleva os índices do ódio, não é isso que leva os adeptos a irem para a rua e a terem determinado tipo de atitudes. O que leva os níveis de ódios são as tarjas a gozar com pessoas que foram mortas, as tentativas de homicídios de atirar petardos e cadeiras para cima das pessoas, são os cânticos constantes e alusivos a essas mortes e o facto de não se fazer nada... ou os diretores de comunicação, que têm responsabilidades, irem falar em folclore. Isso sim eleva os índices de ódio a um extremo que sempre condenarei, e que não aceito. Há linhas que não se ultrapassam, as famílias das pessoas, a vida humana não pode ser ultrapassada. Não nos podemos perder no acessório", afirmou o líder dos leões esta quarta-feira à saída de uma reunião com o presidente da FPF, Fernando Gomes, na Cidade do Futebol, em Oeiras.
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O presidente do Sporting encontrou-se com o líder federativo, mas também com o presidente da Liga, Pedro Proença, para apresentar algumas das suas propostas para o futebol nacional, designadamente o sistema de vídeo-árbitro e também da revisão do regulamento disciplinar, com Bruno de Carvalho a defender o regresso dos sumaríssimos.
"Os delegados da Liga estão a ser comandados de forma incompetente e parcial", atirou Bruno de Carvalho, explicando depois que pediu o regresso dos processos sumaríssimos: "O Sporting vem pedir que naqueles lances muito concretos em que um árbitro dá um cartão amarelo a um jogador que deu um soco a outro seja possível uma punição diferente, depois. Não pode, alguém que fez algo assim, só porque o árbitro não viu, deixar de ser sancionado."
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