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Médio do Sporting participou numa entrevista especial com Rafael Camacho, jovem da formação do Sporting
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Daniel Bragança foi o mais recente convidado da equipa principal do Sporting que participou no programa 'Próximo És Tu', onde é dada oportunidade aos jovens de colocarem questões aos seus ídolos mais velhos, e, desta feita, o médio de 24 anos foi questionado por Rafael Camacho sobre a evolução da sua carreira. Desde logo, o médio de 16 anos, que soma esta época 4 golos e 2 assistências em 14 jogos pelos juvenis, confrontou Bragança com o pesadelo que viveu devido a uma lesão grave no joelho direito.
"Ao início foi muito complicado aceitar aquilo que me tinha acontecido. Tive de parar para pensar na minha recuperação, naquilo que seria benéfico para mim e tive de mudar o chip e encarar isto da melhor maneira. Cresci muito como jogador e como pessoa, pois trabalhas também a tua mente. Passas por momentos muito difíceis e tens de ser forte psicologicamente. Melhorar aspetos para os quais não tens tanto tempo quando estás em alta competição", assumiu Dani acerca de uma entorse traumática com lesão do ligamento cruzado anterior no joelho referido, que o retirou de ação durante cerca de 7 meses.
Ainda assim, voltou esta época para ajuda o clube com o qual conseguiu alcançar o sonho de se sagrar campeão nacional. "Já estive nessa tua posição. Quando estava aí, tinha o sonho de chegar à equipa A e tornar-me campeão nacional. E felizmente sou um privilegiado por tê-lo conseguido. Para um miúdo da formação, chegar à equipa principal já é muito bom. Então ser campeão nacional é a cereja no topo do bolo", explicou Bragança ao jovem Rafael Camacho, destacando a forma como tem levado a fase mais recente da sua carreira.
"Nesta fase, e por tudo aquilo que já passei, sou resiliente. Tive de ser mesmo resiliente no ano passado, porque foi um ano difícil. Esta palavra adequa-se na fase da vida", apontou o médio de 24 anos.
Em conclusão, Bragança recordou ainda os primeiros tempos na Academia e a maneira como teve de se focar no futebol de modo a alcançar o patamar mais alto. "Cheguei aqui com 13 anos e o primeiro impacto foi largar a casa, os pais, e habituares-te a uma nova vida. Privas-te de muita coisa de miúdos da tua idade, porque estás atrás de um sonho que é incerto. Passei muitas gerações e tenho muitos amigos que não conseguiram concretizar esse sonho. Sou um felizardo porque o consegui. Tens de dar o teu melhor todos os dias, todos os anos, para que esses anos todos em que privas da adolescência e família valha a pena", frisou.
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