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José Chieira, chefe de scouting e recrutamento do Sporting de 2018 a 2021, publicou numa Linkedin um texto sobre Pedro Porro, a propósito da saída para o Tottenham, em que recorda o processo de contratação do espanhol para os leões.
O texto começa por relembrar a chegada de Rúben Amorim ao Sporting, em março de 2020. "Para o plantel sénior, Rúben Amorim identificou diferentes lacunas e necessidades - a posição de defesa-direito foi considerada como prioridade máxima. Porro era um internacional sub-21 espanhol que o City Football Group tinha avaliado em 12 milhões de euros na época anterior, mas estava afastado desde março de 2020 e tinha jogado apenas 105 minutos no campeonato desde janeiro. Era um momento de incerteza, também para o jogador (com 20 anos na altura) e certamente que nenhuma fonte de 'Big Data' teria fornecido esta solução", contextualiza José Chieira.
O ex-elemento do scouting leonina volta a destacar o papel de Rúben Amorim. "Portanto, durante um processo claro e assertivo, Rúben Amorim acabou por ser, juntamente com Porro, absolutamente fundamental. Primeiro quando assumiu o risco num contexto de incerteza (saúde do jogador e o clube a atravessar tempos difíceis) e depois aumentando exponencialmente o seu valor", atira.
Hugo Viana também merece elogios de José Chieira. "Foi capaz de materializar a visão desportiva com uma operação financeira consciente, espalhando o risco num empréstimo de dois anos sem cláusula de compra obrigatória", acrescenta.
A terminar, José Chieira faz esta revelação. "Em setembro de 2020 já sabíamos no clube que 45 milhões de euros seria uma pechincha, porque jogadores (e pessoas) como Porro têm valor incalculável. Se és adepto do Tottenham, desfruta enquanto podes. Porro é contratação para o Real Madrid. Mas não hoje", completa.
Recorde-se que Pedro Porro foi vendido pelo Sporting ao Tottenham e estes são os valores do negócio: os ingleses pagam 5 milhões de euros pela cedência até final da temporada, ficando depois acordada uma opção de compra obrigatória de 40 milhões no final do empréstimo. Para lá desta verba, os londrinos cedem 15% do passe de Marcus Edwards, passando os leões a deter 65% do passe do extremo.
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