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António Martins foi o primeiro treinador e impediu que o médio desistisse do futebol. Oito anos depois recebeu a recordação da estreia pela equipa principal do Sporting
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As lágrimas de Dário Essugo após a estreia pela equipa principal do Sporting correram o Mundo, mas não se ficaram por aí. “Ligou-me à 1 hora da manhã, a chorar: ‘Padrinho tenho a camisola para lhe dar!’”. Depois, de manhã, outra vez: ‘Vou aí já levá-la!”. Tenho-a aqui comigo”, contou ontem a Record António Martins, o primeiro treinador e padrinho do médio que, aos 16 anos, foi lançado por Rúben Amorim. “Para mim é como um filho. Disse-me: ‘Há quase uma semana que não durmo como deve ser, ainda não me caiu a ficha’. Estou com o Record aberto, é um privilégio ver que lhe dedicaram uma página. Falámos de manhã sobre isso”, revela.
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