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Líder leonino diz que representantes do FC Porto “não sabem nem nunca saberão o que é ser grande” mas admite que é “maravilhoso” ouvir o rival “elogiar o Sporting do passado recente”
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Os ataques recentes de Pinto da Costa não passaram em claro no discurso de Frederico Varandas perante três centenas de sócios, esta tarde, em Carregal do Sal. O líder leonino foi contundente com o homólogo do FC Porto e recorreu à ironia para concluir que ouvir o rival dizer que tem saudades de outro Sporting só pode ser bom sinal.
"Não me lembro de ver o nosso rival FC Porto vencer um campeonato e o Sporting e o seu presidente serem o alvo da sua comunicação e o centro da sua atenção. Não só não é motivo de preocupação como é reconfortante, motivador e encorajador. É a confirmação de que estamos no rumo certo, de que o Sporting já não é visto como o ‘terceiro grande’. Como o terceiro e ‘simpático’ grande. E como é maravilhoso ouvir o senhor Pinto da Costa com saudades e a elogiar o Sporting do passado recente", começou por destacar, antes de endurecer o discurso.
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"Há gente que por muito que ganhe continuará sempre a ser muito pequena e sobretudo muito pobre. Não existe maior pobreza do que a pobreza do caráter, da integridade e de valores. São e serão sempre gente muito pobre, ao contrário da grandíssima e honrosa instituição que representam", disse Frederico Varandas, que deixou uma série de garantias relativas ao FC Porto, tendo por base polémicas recentes, como o facto de o speaker do Estádio do Dragão se ter referido ao Sporting como ‘Sporting de Lisboa’, no jogo da 2.ª mão das meias-finais da Taça de Portugal.
"Essa instituição jamais será chamada em Alvalade, pelo nosso speaker, por outro nome que não seja FC Porto. Jamais terá os seus jogadores agredidos por elementos da organização do Sporting. Jamais verá em Alvalade o seu presidente a ser-lhe roubado o telemóvel cobardemente. Terá sempre os seus órgãos sociais e colaboradores recebidos em segurança e de uma forma institucionalmente correta e digna. Jamais verá em Alvalade jornalistas agredidos, ameaçados ou coagidos, por colocarem questões no exercício da sua profissão", enumerou. E concluiu: "Eles não sabem nem nunca saberão o que é de facto ser grande. E jamais o Sporting será pobre ou pequeno."
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