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Presidente do Sporting quer que se faça mais para combater as agressões de que dirigentes do Sporting foram alvos
Frederico Varandas voltou a repudiar as agressões de que foram alvos dirigentes do Sporting, no Bessa, após o jogo com o Boavista, e no Dragão Caixa, durante o encontro com o FC Porto em hóquei em patins, e, embora tenha salientado os pedidos de desculpa de vários quadrantes através de telefonemas (entre eles Pinto da Costa e Pedro Proença), o presidente leonino sublinhou que é preciso mais.
"No episódio do Bessa, tivemos um elemento do Conselho Diretivo agredido, por trás, com murros na nuca, e há 48 horas tivemos uma agressão miserável a uma senhora, esmurrada na face. Em ambos os casos existe a particularidade de serem precisos vários cobardes para o fazerem. É preciso uma matilha de cobardes. O que aconteceu não pode ser esquecido, ignorado nem tolerado. Gente desta tem de ser banida. Federações, Liga, Conselhos de Justiça e Disciplina, Secretaria de Estado do Desporto não podem fingir que isto não aconteceu. Se as leis existem, que haja coragem para as aplicar. Não chega um telefonema pessoal para o presidente a pedir desculpa, não chega um pedido de desculpa envergonhado, quase em off, ao presidente do Sporting. Ficámos à espera do que acontecia depois do Bessa e para além da queixa-crime nada aconteceu. Recebi um telefonema de Pedro Proença a mostrar solidariedade mas é preciso uma ação da Liga. Nada aconteceu. E não se vai lá com pedidos de desculpa envergonhados em off. O exemplo vem sempre de cima", referiu o responsável máximo verde e branco numa conferência de imprensa em Alvalade.
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Esclarecendo posteriormente que "não referi que o pedido de desculpa envergonhado tivesse sido do presidente do FC Porto", Varandas admitiu que "surpreende mais o presidente da Federação de Patinagem não ter dito nada". "Nem entendo que após o que se passou no Bessa ninguém tenha vindo publicamente criticar. Isto é preciso tornar público", atirou, garantindo que o Sporting "terá sempre relações institucionais com os rivais": "Agora, se morro de amores, é outra coisa. O que é certo que é que os dirigentes do FC Porto quando vêm a Alvalade são bem recebidos e não são agredidos."
Varandas frisou que não vai afastar-se um milímetro do que propôs na campanha eleitoral e deixou um desejo. "Nós, direção, zelamos pelo Sporting e pelo desporto português. O que que nos compete fazer, vamos fazer. Se gostaria que os presidentes dos outros clubes fizessem o mesmo gostaria e garanto que o desporto português seria muito melhor".
O presidente leonino deixou a garantia aos adeptos que está a atento a todas as situaçães que afetam o futebol português, incluindo as suspeições. "É verdade que nestes 6 meses temos dirigido muito das nossas energias para questões internas, como o empréstimo obrigacionista, caso Alcochete, rescisões, a lamentável herança financeira, inúmeros dossiês. Mas não descuidamos nem vamos nunca discuidar esses assuntos", adiantou.
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