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Celestino marcou uma grande penalidade que Damas defendeu. Carlos Lopes, o árbitro de Coimbra, mandou repetir e Esteves não perdoou. Os adeptos do Sporting não aguentaram e o jogo acabou momentos depois
NA HISTÓRIA dos confrontos entre Sporting e Leixões a vantagem é naturalmente dos leões, que, num total de 42 jogos, ganharam 30, empataram sete e apenas perderam 5. Em Alvalade, o Leixões só conseguiu ganhar por duas vezes. A primeira, em 66/67, por 1-0, e a segunda pelo mesmo resultado na época 72/73.
Mas este jogo tem uma história muito curiosa para contar. Apenas durou uns escassos sete minutos, terminando quando os adeptos de Alvalade invadiram o campo irritados com o trabalho do árbitro de Coimbra, Carlos Lopes.
Depois de algumas decisões que já tinham enervado os sportinguistas, Vaqueiro surge em posição para fazer o golo, mas José Carlos discute o lance e o árbitro marca grande penalidade. Os leões protestaram fora-de-jogo do leixonense e não viram razão para falta. Celestino marcou o ”penalty” que Damas defendeu, mas Carlos Lopes mandou repetir, considerando que o guarda-redes do Sporting se tinha mexido, e Esteves não perdoou. Os adeptos do Sporting não aguentaram e o jogo acabou momentos depois, quando o árbitro não viu um corte de Adriano para canto e mandou marcar pontapé de baliza.
Era o mesmo Adriano Tato, uns bons anos mais velho, claro, que ontem de manhã estava a assistir ao treino do Leixões. O resto da história segue em discurso directo: ”Esse jogo, como é óbvio, nunca mais me saiu da cabeça. Foram três ou quatro lances seguidos e os adeptos do Sporting não aguentaram. Foi tanta a confusão que os jogadores do Leixões chegaram ao balneário aos poucos. Alguns deles ficaram ainda no relvado a tentar escapar. Havia muitas pessoas com capacetes, porque naquela altura ainda deixavam entrar no estádio tudo e mais alguma coisa. Depois fui prestar declarações sobre as lesões que tivemos e acabamos por ganhar o jogo na secretaria. E tivemos direito a prémio.”
Famosa conquista da Taça no Estádio das Antas
O maior momento da história do Leixões aconteceu na tarde do dia 9 de Julho de 1961, com a conquista da Taça de Portugal em pleno Estádio das Antas, frente ao FC Porto. A vitória por 2-0 fez esquecer tudo e até mesmo a polémica que criou a marcação do jogo para o terreno do adversário.
Três presenças na UEFA com reviravolta histórica
O Leixões tem três presenças nas competições europeias, sendo que a primeira, na Taça das Taças em 61/62, marcou uma das maiores recuperações de todos os tempos. Na primeira eliminatória, o Leixões defrontou o La Chaux de Fonds e, depois de perder 5-2 na Suíça, virou o resultado no já extinto campo do Santana com uma goleada de 5-0.
Tradição dos «Bebés» começou com polémica
A tradição dos ”Bebés” começa na década de 60, por imposição do presidente Alfredo Ferreira, que exigiu ao treinador António Teixeira a aposta nos jovens, apesar dos 300 contos que tinha para gastar em reforços. O técnico ameaçou demitir-se, mas avançou com a ideia e ainda hoje é reconhecido por isso.
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