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Em Portugal, Jardel é praticamente indiscutível. É quase pacífico que se trata do jogador mais desequilibrador do futebol português desde Eusébio, que quem conta com ele no plantel tem mais possibilidades de ser campeão que qualquer outro, que é um dos principais pontas-de-lança mundiais e que é o melhor cabeceador do planeta. Os portistas beneficiaram dessa realidade, os sportinguistas gozam-na agora e os benfiquistas já se conformaram em viver com ela.
Mas quando um português fala com um brasileiro sobre Jardel há sempre um sentimento de decepção. “Ele é bom só de cabeça. Lá em Portugal qualquer um marca golos. O Romário é que faz falta. Jardel é tosco”, dizem. Parece passar-se com Jardel o que se passou com Gorbachov há uns anos: popularidade em alta fora do país, incompreensão entre os compatriotas.
Mas não é tanto assim. Numa sondagem oficiosa feita por Record entre os jornalistas de “O Povo” e do “Diário do Nordeste”, ambos de Fortaleza, verifica-se que Super Mário só não é reconhecido pelos brasileiros de fora do seu Estado. Para Paulo César Noronha, do “Diário”, “Jardel é o melhor jogador cearense de todos os tempos”. A redacção do “O Povo”, dos mais velhos aos mais novos, concorda. Segundo Rogério Gomes, “ninguém levou tão longe e tão alto o nome do Ceará como ele”.
Mirandinha, que brilhou na Inglaterra nos anos 80, Babá, que foi reserva de Zagallo na selecção nos anos 50, Pacoti, que chegou, como Jardel, a jogar no Sporting nos anos 60, Gildo e Hamilton Mello, rivais no Ceará e no Fortaleza, nos anos 70, também são citados. “Mas Jardel, sem ter criado grande empatia, está para o Ceará como o Pelé está para o Brasil”, concluem.
E o Ceará, apesar de não ser um dos Estados brasileiros com mais tradição futebolística, tem tantos habitantes como Portugal e o dobro do tamanho.
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