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Frente ao Tourizense, Maurício entrou na 2.ª parte e Montero estava por chegar...
Rui Patrício, Cédric Soares, Marcos Rojo, Jefferson, William Carvalho, Adrien e André Martins. Estes sete jogadores são, hoje em dia, habituais titulares no Sporting de Jardim. Mas adivinhe: no primeiro onze que o madeirense apresentou, em julho, no particular de pré-temporada ante o Tourizense, todos os nomes referidos anteriormente constavam das escolhas iniciais do madeirense. Passados cerca de sete meses após o embate na Mealhada, a verdade é que a primeira planta do técnico leonino virou uma estrutura sólida e que permite, nas suas palavras, superar das expectativas inicialmente projetadas.
A valorização do grupo, “quer em termos coletivos quer em termos individuais”, tem sido uma das preocupações do treinador dos verdes e brancos ao longo deste período, e a verdade é que alguns dos elementos que utilizou no embate realizado no verão estão, agora, nas bocas da Europa. William Carvalho, por exemplo, tem clubes como Man. United e Arsenal a seguir atentamente o seu percurso, e até Adrien – participou em todos os 23 jogos oficiais desta temporada – está referenciado por emblemas como Valencia ou WBA.
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E os restantes?
Nesta “base” faltam nomes como Maurício ou Fredy Montero, mas a explicação para a sua ausência é natural: o brasileiro, com poucos dias de Sporting, entrou apenas na 2.ª metade da partida, enquanto o internacional colombiano ainda não tinha chegado a Alvalade. Conhecido como um técnico de ideias fixas, este é mais um dado que mostra o compromisso de Jardim com aquilo em que acredita.
Canadá e os testes no meio-campo
Olhando para o tal onze inicial no encontro com o Tourizense, todos os elementos do meio-campo são, ainda hoje, as principais escolhas de Jardim na hora de escalar uma formação. Mas o habitual 4x3x3 ainda foi testado com outra organização, principalmente nos dez dias que o Sporting passou a estagiar no Canadá. Aí, o treinador leonino ainda inverteu o triângulo do “miolo”, mas não viria mais a utilizar tal fórmula.
Entre Buenos Aires e a equipa B
Ao contrário dos sete elementos que conseguiram agarrar a primeira oportunidade que lhes foi concedida por Leonardo Jardim, houve quatro que desperdiçaram a chance e seguiram por caminhos distintos de Rojo e companhia.Estão nesta situação Fokobo, Wilson, Viola e Salomão.
Aquilo que pode dizer-se destes quatro futebolistas é que foi o extremo português aquele que menos se afastou do trilho do sucesso que o treinador madeirense lhes desvendou no primeiro compromisso da temporada. Wilson Eduardo está longe de ser titular indiscutível, mas já participou em 14 partidas nessa condição, juntando-lhes mais seis como suplente utilizado.
Pior sorte teve o camaronês, relegado para a equipa B, onde tem sido bastante utilizado (17 jogos) como médio-defensivo. Fokobo é mesmo, na ausência de William Carvalho e Eric Dier, a primeira escolha para aquela posição.
Viola regressou à Argentina, ao Racing Avellaneda, à procura do nível que nunca atingiu no Sporting; e Salomão voltou a apostar no Deportivo da Corunha para ter o tempo de jogo, que foi incapaz de atingir na primeira volta, em Alvalade.
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