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Banqueiro deixa críticas à decisão tomada por Frederico Varandas
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RECORD - O treinador que diz ter garantido é português?
JMR –Há duas alternativas: um é português, outro não.
R - É pública a sua amizade com Jorge Jesus...
JMR – Não vou dizer se é Jorge Jesus ou outro qualquer. Não estou em campanha. Tínhamos um treinador português, José Peseiro, que saiu a dois pontos do líder. Agora estamos a oito pontos dos dois rivais. Tivemos o Tiago Fernandes, que pareceu estar a fazer bem o seu trabalho e não perdeu um jogo. Mas também foi embora. E depois fomos contratar um treinador que não tem currículo, nunca treinou ninguém a não ser o Ajax durante cinco meses. Os resultados estão à vista.
R - Foi um erro?
JMR – Total. Contratar Marcel Keizer foi um erro total.
R - Já viu algum jogo em Alvalade?
JMR – Não. Não gosto de ver aquilo que já sabia que se ia passar. O dr. Varandas fez uma campanha de união mas o clube nunca esteve tão dividido.
R - Ao criticar um mês depois das eleições não está a contribuir para isso?
JMR – Não, porque vim dizer a verdade. Disse alguma coisa que não se tenha confirmado?
R - ...
JMR – Estávamos numa situação de emergência e achei que devia alertar os sócios. Aliás, antes das eleições, tive o cuidado de explicar que não há futebol de qualidade sem dinheiro. E está a comprovar-se. Hoje em dia temos uma equipa muito curta, com um treinador que é boa pessoa, educado e civilizado mas sem competência para a função. E estamos na luta para ver se conseguimos chegar ao 3º lugar. Só vi isto no tempo do engenheiro Godinho Lopes, quando ficámos em 7º. Este ano só não estamos assim graças ao Bruno Fernandes e ao Bas Dost, caso contrário talvez fosse a nossa classificação.
Banqueiro em entrevista exclusiva a Record
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