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Está a decorrer em Monsanto mais uma sessão do julgamento
17h28 - Termina a sessão. A próxima, na próxima quarta-feira (dia 26), contará com quatro arguidos: Pedro Lara e Valter Semedo serão ouvidos da parte da manhã. A audição de António Catarino e Mustafá está agendada para essa tarde.
17h20 - "Quero demonstrar o meu arrependimento e pedir desculpas ao Sporting, aos jogadores e staff", conclui.
16h49 - O arguido também esteve presente numa ida da Juve Leo à Academia, no Natal de 2016. "Bruno de Carvalho era contra as nossas idas à Academia. Foi o que ele demonstrou sempre", sublinha.
16h31 - Emanuel Calças diz ter estado presente na reunião entre Bruno de Carvalho e a Juve Leo, a 7 de abril de 2018. "O presidente disse que ia ter mais cuidado na parte da comunicação. A reunião acabou com o presidente a cumprimentar-nos a todos."
16h25 - O arguido confirma ser sócio do Sporting "há 10 anos" e sócio da Juventude Leonina.
16h23 - O arguido revela que, antes da invasão, planeava ir à casinha da Juve Leo "buscar tochas", mas acabou por não ir "porque não estava lá a pessoa que tinha a chave". "Quem era? Prefiro não revelar, mas não é nenhum dos arguidos", diz.
16h19 - Emanuel Calças confirma ter trabalhado como estagiário no gabinete de comunicação do Sporting e que, antes da invasão, havia a possibilidade de regressar ao cargo.
16h09 - Na conversa de Whatsapp, Emanuel Calças é um dos arguidos que ameaçou agredir os jogadores, mas garante que nunca teve realmente esse intuito: "No futebol há sempre o diz que faz, mas nunca acontece nada. É normal."
16h06 - "No balneário vi o William, Patrício, Podence, Rafael Leão, Bruno Fernandes... Estava fumo", refere, frisando não ter visto agressões ou ter agredido alguém. "No corredor estava o Jorge Jesus, a dizer que alguém o tinha agredido. Ia no encalço de alguém."
15h57 - "Só me apercebi que o Nuno Mendes (Mustafá) não ia já na Academia. Tinham-me dito que ele ia. Se falei com ele? Não, depois dos jogos que correm mal é normal ele desligar o telemóvel. Se ele tivesse ido de certeza que não havia aquele descontrolo", reforça.
15h54 - Emanuel Calças refere que soube da hora do treino através de um "funcionário do Sporting" e que confirmou essa informação pela comunicação social. "Eram uns 6/7 carros. Estacionámos numa zona de terra batida e quando saímos as coisas já estavam descontroladas, uns correram, outros ficaram... Eu ia de cara tapada", conta.
15h48 - O arguido Emanuel Calças refere que o intuito da visita a Alcochete era "pressionar os jogadores" e que se organizaram num grupo de Whatsapp, 'Academia Amanhã'. "O nosso intuito era chegar a meio ou no final do treino e pedir justificações aos jogadores", acrescenta.
15h44 - "Foi uma honra falar consigo, um capitão do Sporting e campeão nacional", conclui Miguel Fonseca. Termina assim o testemunho de Miguel Maia. Segue-se o arguido Emanuel Calças.
15h41 - Miguel Fonseca, advogado de Bruno de Carvalho, pergunta qual a relação do ex-presidente com o plantel de voleibol. "Era um presidente fora do normal. Estava presente e apoiava, era muito participativo. Tínhamos uma boa relação. Era uma pessoa que queria ajudar", vinca o capitão do voleibol leonino. "Sentiam-se pressionados para ganhar?", questiona o advogado. "Não, felizmente ganhávamos quase sempre", refere Miguel Maia.
15h32 - A sessão recomeça com o testemunho de Miguel Maia, jogador de voleibol do Sporting e testemunha arrolada pela defesa de Bruno de Carvalho.
12h16 - Termina a sessão da manhã. Retoma às 14 horas, segundo a juíza com "um arguido e uma testemunha".
12h15 - Queria pedir desculpas aos jogadores, eles são as verdadeiras vítimas", conclui.
12h10 - O arguido é questionado se conhece William fora do âmbito do Sporting. "Sim, morava ao pé do meu tio. Nunca falei com ele, mas via-o muitas vezes", sublinha.
11h50 - "Vi o Bas Dost. Se estava magoado? Não. No balneário, do lado direito, o primeiro que vi foi o William. Agarrei-lhe no braço, disse-lhe que ele não era digno de vestir a camisola do Sporting e pedi para ele a tirar. Estavam mais jogadores... O Coates veio ter comigo e perguntou-me o que é que estávamos ali a fazer", continua.
11h38 - Miguel Ferrão continua . "Alguém disse 'Vamos embora' e saí do balneário. Ainda estivemos a falar com o Manuel Fernandes, acho que junto à porta de vidro".
11h36 - "Vi o Bas Dost. Se estava magoado? Não. No balneário, do lado direito, o primeiro que vi foi o William. Agarrei-lhe no braço e disse-lhe que ele não era digno de vestir a camisola do Sporting. Estavam mais jogadores... O Coates veio ter comigo e perguntou-me o que é que estávamos ali a fazer." E prossegue: "Depois do Coates, o William disse-me: 'Vou tirar a camisola, vou só falar com o Valter. Ele aí saiu e não o vi mais".
11h26 - "Fui até ao campo de treinos, estava lá o Jorge Jesus. Não vi os jogadores. Fui até à ala profissional porque a intenção era falar com os jogadores", continua Miguel Ferrão.
11h25 - "Fui de boleia. Estacionámos no parque de estacionamento junto à Academia, saí e fui em passo acelerado. Tinha a cara tapada com uma balaclava, já a tinha há alguns anos. Nunca tinha estado na Academia, não conhecia o espaço", refere Miguel Ferrão.
11h19 - Começa o depoimento de Miguel Ferrão. "O meu objetivo era falar com os jogadores, dar um aperto", sublinha.
11h16 - "Serei do Sporting até morrer, mas o meu foco atualmente já não está no Sporting. Está nos meus estudos e na minha vida profissional", termina Afonso Ferreira, que diz não ter mais nada a declarar.
11h08 - "Na Madeira, no jogo com o Marítimo, senti-me ofendido pelo Acuna quando ele nos chamou filhos da puta", refere.
10h59 - "Não acreditei que aquilo fosse levado à letra. Agredir os atletas do Sporting nunca me passou pela cabeça", acrescenta Afonso Ferreira.
10h57 - "Sou sócio do Sporting há 21 anos, desde que nasci. Não tenho ligação a nenhuma claque. Casuals? Tenho amigos em comum, mas não pertenço. Fui inserido num dos grupos de Whatsapp. Eram 300 ou 400 mensagens, não as li na íntegra", adianta.
10h52 - "Foi o maior erro da minha vida ter estado naquele dia, àquela hora e naquele local. Estive na cadeia, noites sem dormir e fraturei um dedo lá. Todas as visitas onde vi os meus pais a chorar... Foi difícil. Estou arrependido", refere, sublinhando: "Peço as minhas mais sinceras desculpas aos adeptos e sócios do Sporting. O que aconteceu naquele dia foi hediondo. Nada daquilo era minha intenção".
10h50 - "Íamos pressionar os jogadores. Fui atrás dos outros. Vi Jorge Jesus e ele ignorei-o. Vi O Bas Dost ferido, entrei em pânico e fugi", continua Afonso Ferreira.
10h48 - "Levei uma balaclava e fui com o grupo, tentei acompanhá-los. Sou asmático, nunca tinha usado uma balaclava na vida. Porque é que a tinha? De uma passagem de ano ou de um Carnaval", diz Afonso Ferreira.
10h47 - "Íamos lá dar uma força aos jogadores e mostrar o descontentamento com os resultados negativos. Na minha opinião alguns jogadores não estavam comprometidos com o Sporting. Era uma pressão verbal"
10h46 - Paulo Patarra opta por não responder a questões e termina o seu depoimento. É a vez de Afonso Ferreira.
10h45 - "Quero pedir perdão Sporting, jogadores e staff, e à minha família pela mágoa que lhes causei", vinca Paulo Patarra.
10h44 - Termina o depoimento de Jorge Almeida. É a vez de Paulo Patarra.
10h43 - Jorge Almeida diz ter sido convidado para ir à Academia por Sérgio Costa, outro arguido. "Foi uma lição de vida", conclui.
10h22 - "Só me apercebi do que tinha acontecido um tempo depois. Foi um erro", refere.
10h21 - "Vi Jorge Jesus a ir até à porta do balneário e a voltar para trás", diz Jorge Almeida.
10h19 - Jorge Almeida diz ter sido um dos últimos a entrar na ala profissional e recorda ter visto Bas Dost "com uma gaze na cabeça e uma pessoa a segurá-lo".
10h18 - O arguido é sócio do Sporting, "desde 2013 ou 2014", mas garante não ter qualquer ligação à Juventude Leonina.
10h14 - "Se sou viciado no Sporting? Não", acrescenta, frisando que viu tochas acesas mas não sabe quem as deflagrou.
10h13 - "Houve gritos, dissemos que 'domingo é para ganhar' e 'o Sporting somos nós'. Junto à porta de vidro o Manuel Fernandes estava lá e disse: 'Isto aqui não é o Sporting'. Respondi 'Estas palavras não são para si, o senhor já não joga'" . Jorge Almeida garante que não agrediu nem ameaçou qualquer jogador".
10h11 - Jorge Almeida recorda a invasão de 15 de maio de 2018: "Fui ali para ver se via os jogadores no treino. Vi-os a entrar [os restantes arguidos] e também fui. Era um oportunidade para lhes dar [aos jogadores] uma força para a Taça de Portugal, uma palavra de incentivo já que as coisas não estavam a correr bem".
10h09 - "Porque é que tapou a cara?", questiona a juíza. "Para não ser fotografado ou filmado", admite Jorge Almeida, revelando que já tinha ido noutras ocasiões à Academia, nomeadamente num protesto em 2012, onde um dos visados era Adrien Silva. "Foi na época seguinte a perdermos a Taça de Portugal contra a Académica. O treinador era o Sá Pinto. Ele [Adrien] estava a pedir muito dinheiro para renovar. Íamos lá para falar com ele".
9h59 - "Apesar de não ter batido em ninguém, quero pedir desculpa por ter participado no dia mais negro da história do Sporting", começa por dizer
9h55 - Já decorre mais uma sessão do ataque à Academia do Sporting. O arguido Jorge Almeida é o primeiro a ser ouvido.
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