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Luís Carlos recusa-se a alimentar o discurso do ódio e remete para o Ministério Público
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O ataque de que foi alvo a claque Torcida Verde, esta tarde, em Alvalade, por elementos dos Diabos Vermelhos, poderia ter resultado em mais uma página negra do futebol português. "Não houve um atropelamento fatal porque nos afastamos. Podia ter acontecido um segundo caso Marco Ficini", disse a Record o líder da Torcida Verde, Luís Carlos, em alusão ao acidente que vitimou o adepto italiano, antes de um Benfica-Sporting, a 21 de abril de 2017.
Luís Carlos foi um dos visados pelo ataque perpetrado por indivíduos ligados à claque Diabos Vermelhos e que resultou ainda em agressões físicas. "Parece que tinham uma ‘burka’ enfiada na cabeça. Chegaram e começaram logo a distribuir agressões. Foram lá para se exibirem aos chefes e subirem na hierarquia", lamenta o representante da claque, sem detalhar mais factos.
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"Nós fazemos ‘ene’ iniciativas críticas sobre os poderes obscuros do futebol, por exemplo sobre o Mundial do Qatar, e somos ignorados. Agora não vou dar para este peditório. Só posso lamentar que, em plena pandemia, com milhares de mortos em Portugal e milhões em todo o Mundo, ainda existam pessoas que alimentam este tipo de ódios. Nós não vamos alimentar nem contribuir para avolumar o discurso do ódio. Vamos accionar os mecanismos que estão ao nosso dispor, junto do Sporting e do Ministério Público", conclui Luís Carlos, em declarações a Record.
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