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Em entrevista à Sporting TV, o agora ex-leão, reforço do CSKA Moscovo, passou em revista "cinco anos de muitas conquistas e muitas batalhas", mas também os "momentos difíceis"
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Antes de rumar à Rússia para assinar contrato com o CSKA Moscovo, Matheus Reis despediu-se do Sporting e dos sportinguistas com uma entrevista no canal do clube, na qual passou em revista "cinco anos de muitas conquistas e muitas batalhas" que o deixam, no momento do adeus, com o sentimento de "dever cumprido".
"A palavra ‘felicidade’ resume os últimos cinco anos. Saio daqui um vencedor. Não só pelos troféus, mas pelas amizades, companheirismo, histórias... Por tudo. Saio de cabeça erguida, saio pela porta da frente. O Sporting foi o auge da minha carreira até agora. O clube onde mais joguei, onde tive mais títulos. Consegui fazer a minha história na Liga dos Campeões. O Sporting para mim é tudo", sublinhou.
Apesar de um "momento muito difícil" que antecedeu a chegada a Alvalade, quando ficou seis meses a treinar à parte no Rio Ave, bem como outras fases difíceis já de leão ao peito, o defesa brasileiro garante que tudo ficou mais fácil pela ajuda que recebeu diariamente de todos no Sporting, desde o presidente aos funcionários. "Houve momentos muito difíceis, tentaram passar uma imagem minha que não era a minha pessoa. Respondi em campo, decidi que ia mostrar, dia a dia, o profissional e a pessoa que sou. Esses momentos mais difíceis são os que nos fortalecem e nos fazem ser melhores. Ninguém quer passar por esses momentos, mas por vezes chegam para nos tornar melhores. Quando cheguei ao Sporting, ainda miúdo, sabia que para vencer ia ser difícil. Tive de evoluir em tudo: físico, mental, espiritual...", assumiu..
Agora à distância, o jogador de 30 anos garante que continuará a "apoiar sempre" os bicampeões nacionais - tanto ele como a restante família, a começar pela esposa, Jackie, e os filhos, Teteu e Malu. "O meu filho, a minha esposa, os meus pais, a nossa família sente muito o clube. Sou muito profissional, mas também sou muito adepto. Quero que o Sporting seja vencedor em tudo. Em casa sofremos muito pelo Sporting, tanto a minha família aqui como a que está no Brasil. Estou de saída mas o sofrimento vai continuar o mesmo, vou apoiar sempre. Saída? Quando disse à Jackie e ao Teteu - que já entende tudo, a Malu ainda não mas já tem várias roupas do Sporting - foi uma emoção, um choro, mas nunca de tristeza. A nossa marca vai ficar aqui, mesmo longe vamos continuar a apoiar. É um sentimento de felicidade e dever cumprido, é o mais importante", vincou, ciente de que sentirá a partir de agora o mesmo que outros ex-leões. "Quando os jogadores vão embora o que sentem mais falta é esse sentimento de família, de seres bem cuidado e respeitado por todos. Ires aos jogos fora na Champions e a tua família também poder ir... Isso é inexplicável para um jogador, não há maior motivação. É o que faz desse clube diferente. Não é à toa que os resultados aparecem em campo", rematou.
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