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O melhor em campo pelos leões: Tobias Figueiredo (nota 4)
4 jogos 1 golo
Um jogo de alta qualidade do jovem central leonino, que realizava o primeiro dérbi da sua carreira. Não perdeu um lance para Lima, forte no jogo aéreo, personalizado nos duelos individuais, nunca acusou a pressão. No lance do 1-1 ainda tentou evitar o pior, mas já chegou tarde para intercetar o remate de Jardel.
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Rui Patrício (3)
20 jogos 15 golos sofridos
Viveu, provavelmente, o dérbi mais tranquilo da carreira. Raramente foi chamado a intervir, o pouco que teve para fazer fê-lo bem, sofrendo um golo sem responsabilidades.
Cédric (3)
15 jogos 0 golos
Nunca sentiu dificuldades para anular Ola John, revelando muita segurança a proteger o flanco. Foi menos atrevido no plano ofensivo, mas saíram dos seus pés alguns cruzamentos venenosos.
Paulo Oliveira (3)
15 jogos 1 golo
O primeiro dérbi esteve próximo de ser irrepreensível, mas nos instantes finais da partida deixou-se enganar por Jonas no lance que origina o 1-1.
Jefferson (4)
12 jogos 1 golo
Salvio passou ao lado do dérbi e o lateral brasileiro tem muita responsabilidade na matéria. Anulou o internacional argentino sem dificuldades, e isso não o impediu de subir no terreno no apoio ao ataque. Foi neste contexto que fez explodir de alegria o Estádio de Alvalade com um golo pleno de oportunidade, após Artur negar o golo a João Mário.
William Carvalho (3)
19 jogos 0 golos
Demorou cerca de 25 minutos a chegar ao dérbi, mas compensou o atraso com muita personalidade no meio-campo. Foi o camisola 14 quem conseguiu gerir os tempos de saída para o ataque, encontrar espaços nas linhas defensivas do adversário. Brilhante aos 67’ a travar uma iniciativa individual de Talisca.
Adrien (3)
19 jogos 3 golos
O meio-campo encarnado, com Samaris e André Almeida, obrigou-o a estar mais próximo de William Carvalho, perdendo, por isso, discernimento ofensivo. Lutou até à exaustão, mas a equipa ficou sem a sua clarividência ofensiva.
João Mário (3)
16 jogos 4 golos
A inteligência com que intercetou o passe de Samaris, no lance que culmina com o 1-0 (faltou-lhe discernimento para finalizar), explica a sua utilidade. Não teve noite fácil, mas procurou ser o apoio de Montero.
Carrillo (1)
20 jogos 5 golos
Um cabeceamento, que obrigou Artur a defesa apertada (77’), foi a exceção numa exibição apagada. Nunca conseguiu fazer a diferença nos duelos individuais, e nem sequer foi grande apoio defensivamente.
Nani (1)
16 jogos 3 golos
Era o grande trunfo dos leões para este dérbi, mas nunca fez a diferença. Apagado, sem iniciativa, foi presa fácil para Maxi Pereira. Ontem, a equipa precisava de um Nani personalizado, mas o extremo perdeu-se no meio do dérbi.
Montero (2)
18 jogos 7 golos
Colocou Artur à prova com dois remates de fora da área (19’ e 76’), o segundo obrigando o guarda-redes brasileiro a aplicar-se. Andou muito perdido na frente de ataque, tendo fugir da sombra de Luisão e Jardel.
Carlos Mané (2)
16 jogos 3 golos
Tentou oferecer dinâmica ao ataque leonino, mas sem efeitos práticos.
Tanaka (1)
8 jogos 2 golos
Rendeu Montero aos 89’, mas sem tempo para dar nas vistas.
Capel (0)
14 jogos 0 golos
Entrou nos descontos e nada fez.
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