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Já foram rejeitadas ofertas de Monaco e Rennes, à conta desta premissa...
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A boa época que o Sporting vai protagonizando deixa adivinhar defeso agitado em Alvalade. Garantido o regresso à Europa, que até pode dar-se na Champions, há um dado adquirido: os jogadores conseguiram valorizar-se e atrair cobiça alheia. Há casos mais flagrantes do que outros, assim como há jogadores com maior procura. Neste capítulo sobressaem Rui Patrício, Rojo, William Carvalho e Carrillo.
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Ora, é esta a origem da... dor de cabeça de Bruno de Carvalho. Face à necessidade de encaixes financeiros significativos, o presidente poderia esfregar as mãos de contentamento perante a oferta. Só que tais pretensões esbarram na percentagem do passe que os leões detêm sobre cada um destes jogadores.
Foi, aliás, esta a razão para os vetos às saídas de Patrício, Rojo e Carrillo. O Sporting detém apenas 65 por cento do passe do guardião, fator decisivo para a rejeição de uma proposta do Monaco (12 milhões), em agosto de 2013. Com Rojo e Carrillo passou-se o mesmo. O defesa podia ter ido para o Fulham em janeiro, mas o facto de os leões receberem apenas 25 por cento do valor oferecido abortou o negócio; o extremo esteve perto do Rennes, mas a oferta (cerca de 5 milhões de euros) não foi tentadora, já que os leões iriam receber apenas 30 por cento desse valor.
A situação pode repetir-se com William Carvalho. O Manchester United está disposto a chegar aos 35 milhões de euros, mas Bruno de Carvalho tentará elevar a fasquia para os 45 da cláusula de rescisão. Tudo porque a SAD detém apenas 60 por cento do passe do médio e ainda não conseguiu recuperar os 40 que lhe faltam. Esta percentagem foi negociada por 400 mil euros na gestão de Godinho Lopes, mas a valorização do jogador coloca-a muito acima das possibilidades leoninas.
Líder já admitiu dificuldades...
Bruno de Carvalho já admitiu, por mais do que uma vez, que é difícil negociar quando a percentagem a que se tem direito é mais reduzida do que o desejado. Em junho de 2013, por exemplo, o presidente explicou por que estava tão relutante em deixar sair Rui Patrício. “O passe pertence ao jogador, ao seu agente e a uma empresa. Isso não impossibilita que se faça negócio, mas será a dividir por várias pessoas e o Sporting terá direito a muito pouco”, revelou. Daí que tenha rejeitado, meses depois, uma oferta do Monaco que chegou aos 12 milhões de euros, sendo que Bruno de Carvalho exigiu – publicamente – 15 milhões para “início de conversa”.
Mas ainda tenta recuperar passes
Apesar de ter reconhecido dificuldades sentidas na hora de conseguir bons encaixes para a SAD leonina, Bruno de Carvalho continua a tentar recuperar percentagens de passes de vários jogadores. Tudo a pensar no melhor negócio possível. Aí, o caso de William Carvalho é o mais flagrante. O Sporting negociou 40 por cento dos direitos económicos sobre o jogador, por 400 mil euros. A verba até seria acessível para os leões, não fosse o facto de William se ter valorizado no decorrer desta época. Agora, os 40 por cento em questão vão muito além dos 400 mil euros negociados por Godinho Lopes, o que tem dificultado a ação de Bruno de Carvalho na hora de recuperar tal percentagem.
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