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O treinador do Sporting reconheceu, perante Tinga, ter errado ao substituí-lo na primeira parte no Bonfim. Em conversa privada com o jogador, o técnico admitiu que, ao tentar arrumar a equipa, piorou a situação. O brasileiro acatou a decisão, colocando um ponto final na questão
José Peseiro pediu desculpa a Tinga por o ter substituído no desafio com o Vitória, que se realizou na noite de anteontem em Setúbal, marcando a primeira derrota do Sporting na SuperLiga 2004/05. O médio brasileiro, esse, acabou por entender a opção do treinador leonino, colocando uma pedra sobre o assunto.
A precoce saída de campo, numa altura em que se registava uma igualdade a zero no Estádio do Bonfim, deixou o internacional brasileiro aborrecido. Arrancando uma exibição medíocre, o Sporting acabou por sair de Setúbal sem pontos, mercê de dois remates certeiros de Jorginho e Meyong.
Após a partida, José Peseiro procurou Tinga e, em conversa privada, pediu-lhe desculpa por o ter retirado de campo. E justificou a atitude, dando a entender que, ao pretender arrumar a equipa, havia piorado a situação. No fundo, o técnico reconheceu ter cometido um erro aos 35 minutos, altura em que Tinga foi rendido pelo médio de cobertura Custódio. Até esse momento, o brasileiro não havia demonstrado precisão no passe, nem dinamismo nas movimentações na direita.
Tinga compreendeu
A conversa de José Peseiro teve o condão de sossegar Tinga, um jogador que nunca cria problemas no seio do grupo de trabalho. Perfeitamente integrado no plantel leonino, o brasileiro acatou a decisão do treinador, optando por não criar qualquer caso, situação que seria extremamente negativa para a equipa verde e branca. Mais a mais, em vésperas da estreia na Taça UEFA, diante dos austríacos do Rapid Viena, eliminatória cuja passagem dá acesso à fase de grupos da competição.
Assumindo a questão como encerrada, o internacional sul-americano, cuja saída de campo fez derivar o compatriota Rogério para o lado direito, agiu de forma profissional, transmitindo a ideia de que é ao treinador que cabe tomar a decisão sobre quem joga ou deixa de jogar; sobre quem entra e quem sai; e sobre o “timing” das substituições.
"Mexidas" no losango e trocas de avançado
As substituições de Peseiro nas duas primeiras rondas têm aspectos comuns. O técnico “mexe” amiúde no losango da intermediária. Frente ao Gil, por exemplo, trocou Barbosa por Custódio e Viana por Martins, promovendo duas rotações entre os jogadores que preenchiam os vértices do polígono, o que voltou a verificar--se diante do V. Setúbal, quando trocou Tinga por Custódio e Barbosa por Danny. Habitual é já a saída de Pinilla, rendido por outro avançado, Danny ou Niculae.
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