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Sporting foi inferior ao Rio ave em tudo exceto... no que mais importa: a eficácia na finalização
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Três pontos para a equipa de Jorge Jesus num jogo em que o Sporting foi em tudo inferior ao seu adversário, exceto no que mais importa: a eficácia na hora da finalização. A equipa leonina foi incapaz de ao longo de toda a partida descobrir uma fórmula para pressionar o Rio Ave, e impedir dessa forma a construção apoiada da equipa de Vila do Conde, que esteve sempre confortável a sair de trás para a frente com bola, beneficiando quer da superioridade numérica que trazia para as suas zonas mais baixas, quer das próprias características individuais de Bas Dost, Podence e Bruno Fernandes, jogadores menos agressivos nos momentos defensivos e portanto a denotarem maiores dificuldades no pressing [1]. Sem conseguir somar consecutivamente recuperações altas que lhe pudessem garantir transições ofensivas com saídas para ataque rápido ou contra-ataque em zonas mais próximas da baliza adversária, também em ataque posicional o Sporting demonstrou muitas dificuldades para entrar na organização adversária, agravadas pela lesão de Mathieu, o que levou o treinador leonino a optar mais vezes, na segunda parte, por um jogo mais direto na sua construção, que procurou Bas Dost no ar, que servia as entradas de Gelson e Bruno Fernandes [2]. Sem conseguir impor o seu jogo coletivo, quer defensivamente, onde permitiu por diversas vezes que a equipa de Miguel Cardoso chegasse com bola a zonas prometedoras de forma enquadrada para a baliza de Rui Patrício, quer no seu momento de organização ofensiva, a equipa leonina acabou por beneficiar de ter individualidades capazes de fazer a diferença para se adiantar no marcador e vencer o jogo. Após uma recuperação ainda no meio-campo defensivo, saiu em ataque rápido beneficiando do balanceamento ofensivo do Rio Ave, para numa situação de igualdade numérica, aproveitar a excelência de Bas Dost nas zonas de finalização [3]. De Vila do Conde, o Sporting trouxe a vitória que é sempre o que mais importa. Contudo, foi a equipa de Miguel Cardoso que coletivamente deixou uma imagem de excelência, alicerçada no talento incrível de Rúben Ribeiro.
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