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02 janeiro

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Rui Borges lembra discurso no balneário do Sporting: «Fui um bocadinho mais agressivo para acordar a malta»

Em entrevista à televisão do clube, técnico lembrou momentos-chave desde que assumiu a liderança do Sporting

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Rui Borges admite que treinar o Sporting é "um sonho"
Rui Borges admite que treinar o Sporting é "um sonho" • Foto: Paulo Calado

Em entrevista à Sporting TV, Rui Borges passou em revista os momentos que mais o marcaram ao longo do último ano, desde que assumiu a liderança do Sporting. E no que respeita aos discursos ao plantel, o timoneiro não esquece o intervalo da visita, a 27 de fevereiro, nos quartos de final da Taça de Portugal, ao terreno do Gil Vicente - curiosamente, o local que o bicampeão nacional voltará a pisar amanhã, no campeonato.

56 jogos no Sporting, o máximo que fez por um clube. Identifica um discurso especial no balneário?

“Lembro-me de um ou outro discurso. Lembro-me do jogo com o Gil Vicente, em Barcelos [da Taça de Portugal]. Fizemos uma primeira parte horrível, muito má. Acho que foi a pior primeira parte, o pior jogo que fizemos desde que estou no Sporting. Deixou um sentimento de tristeza, de incapacidade, porque estávamos muito abaixo daquilo que queríamos. Fui um bocadinho mais agressivo no sentido de tentar espevitar e acordar a malta. Felizmente conseguimos ultrapassar o Gil, chegar à final e conquistar a Taça de Portugal. Foi um dos discursos que mais me marcou. Talvez o do Estádio da Luz. O do jogo com o Gil, em casa, para o campeonato, com o Edu [Quaresma] a fazer o golo que nos deu a vitoria já nos descontos. Foi um discurso muito intenso da minha parte e muito sincero porque eu acreditava mesmo que aquele era o jogo do título. Sabia que ia ser difícil e disse à equipa que se ganhássemos íamos ser campeões nacionais.  Ficou marcado por isso. O jogo da Luz foi por ser na penúltima jornada, porque poderia dar o título de parte a parte, pela envolvência, pelo ambiente… Tínhamos de mostrar que estávamos capacitados para ultrapassar esse ambiente e sermos campeões, ou naquele momento ou à posteriori, na última jornada, em nossa casa, perante os nossos adeptos. Foram esses talvez os discursos que mais me marcaram”

Disse depois de ser campeão que podia deixar de ser treinador e já seria a pessoa mais feliz do mundo… Continua a sentir o mesmo?

“Claro que sim.  Fico muito feliz por ter esta oportunidade. Agradeço todos os dias o que a vida me tem proporcionado nestes 44 anos. Ter alcançado os maiores troféus deixa-me muito feliz. Sonhava chegar aqui um dia”

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