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Rui Borges viu um Sporting "diferente": «O jogo com o Tondela não foi o que queríamos»

As declarações do treinador do Sporting após a goleada frente ao V. Guimarães (5-1)

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Rui Borges reage junto ao banco de suplentes do Sporting
Rui Borges reage junto ao banco de suplentes do Sporting • Foto: Paulo Calado

Rui Borges estava naturalmente satisfeito com a goleada na receção ao V. Guimarães (5-1). No final da partida, o treinador do Sporting analisou a exibição dos seus jogadores e lamentou as "duas ou três semanas" pouco positivas que marcaram recentemente a época dos leões.

"Acredito que o jogo com o Tondela não foi o que queríamos nem a exigência que desejávamos e temos de ter. Todos tínhamos noção disso. Hoje foi um jogo diferente, também fizemos logo dois golos e fomos eficazes, algo que se calhar não fomos nos outros jogos. Fomos crescendo, criando e fomos fazendo [golos]. A malta um bocadinho mais confiante, mais atitude competitiva também, e era algo que eles queriam muito", começou por destacar.

Esta é uma vitória com dedo de treinador? "É dedo de todos, não é do treinador. Eu preciso dos jogadores e eles é que fazem de mim treinador, dou mérito a eles. Sei o fantástico grupo que tenho e que nem sempre as coisas correm como queremos, mas jamais deixam de ser os mesmos e de querer dignificar o Sporting. Há um momento ou outro em que não conseguimos, mas acima de tudo fomos bastante competentes. A mentalidade certa estava lá".

Percebeu que o ouro estava nas costas da defesa do Vitória? "Dentro da estratégia, claro que vamos percebendo e analisando o que o adversário nos possa dar. Eles também muito bem em momentos com bola a perceber onde nos podiam expor um bocadinho mais. Mas sim, dentro do que eles fazem, e dentro do que é o Vitória, gostam de ser pressionantes numa fase inicial, mas após ser batida a pressão dão algum espaço. A equipa foi percebendo, ativando o ataque à profundidade e criando situações de golo".

Ninguém esperava que o Gonçalo Inácio fosse titular hoje... "Olho para o grande líder que é e pela importância que tem dentro de campo. É um pouco à imagem do Dani [Bragança]. Cerrou o dente, quis estar com a equipa, treinou e sentiu-se minimamente disponível. É um líder, um capitão e fez um grande jogo. Na parte final estava a sentir um pouco mais e tentámos precaver um bocadinho. Mas é mais uma grande imagem dos líderes que temos".

Fica a sensação de que um Sporting sempre a este nível estaria sempre a lutar pelo título... "Ficámos até ao fim a lutar, mas temos de olhar para as coisas boas. Perceber de que forma poderemos melhorar. São muitos jogos, jogos competitivos, perceber de que forma podemos ser mais regulares e competitivos nesta fase mais difícil com muitos jogos. Foram duas ou três semanas depois de oito ou nove meses fantásticos de muita regularidade. E nesta fase mais complicada fomos mais abaixo. É levantar a cabeça, olhar para o futuro e perceber de que forma podemos continuar a ser regulares".

Devoção é a palavra de ordem para o que resta? "Sem dúvida. É um lema do clube e assim será. Temos de nos manter fiéis a nós mesmos e mostrar o porquê da grande maioria dos jogadores ter tantos troféus e estar na história do Sporting".

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