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Administrador da SAD sublinha: "Sporting não é um jogo de póquer"
Francisco Salgado Zenha, administrador da SAD do Sporting com o pelouro financeiro, esteve ao lado de Frederico Varandas na conferência de imprensa desta sexta-feira na qual foi explicada a atual situação dos leões.
"Quando tomámos posse encontrámos um clube numa situação de tesouraria difícil, pela necessidade premente de um revolving da emissão de empréstimo obrigacionista que tinha vencido em maio e foi estendido para novembro. Fizemo-lo numa conjuntura adversa, tivemos apenas um par de meses. Herdámos também uma dívida a fornecedores até junho de 2019 de mais de 40 milhões, a maior parte é com clubes e agentes. Herdámos o pagamento de metade do plantel do Sporting. Sou franco: a gestão que foi feita em 2018 foi completamente irresponsável. Em janeiro de 2018 o Sporting estava a antecipar receita futura para comprar um jogador e um par de meses depois não ter dinheiro para pagar salários e ter de recorrer à conta reserva para comprar VMOCs", afirmou.
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E prosseguiu: "O que foi pedido a esta direção foi que fizesse aquilo que devia ter sido feito numa série de anos. Nós fizemo-lo num ano. Uma herança difícil, o que se chama no póquer um all in, para ver se ganhavam o campeonato. O Sporting não é um jogo de póquer. É preciso perceber que apesar disso, temos a capacidade para conseguir resolver estes problemas. Temos um plano financeiro feito, é um plano que vai permitir e permite que o Sporting seja sustentável a longo prazo, ser eterno se cumprir. Felizmente o Sporting é muito grande. Queremos deixar esta mensagem de que são difíceis as condições. Os sócios podem confiar em nós, o caminho está trilhado. A seu tempo haverá mais novidades."
O mercado de janeiro: "Os planos de pagamentos são feitos de forma a que sejam interessantes para o Sporting. Fizemos redução da massa salarial, o que poupámos de salários em termos líquidos permite cobrir os salários dos jogadores que entraram mas também a transferência dos mesmos ao longo do prazo de pagamentos. Permitiu-nos preparar o próximo ano. São jogadores mais novos. Criação de valor. Acreditamos que as mexidas permitem criação de valor a nível desportivo e financeiro."
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