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DANNY - Começou encostado à direita, passou para a esquerda com o decorrer do jogo e também tentou furar pelo meio. Foi o mais irrequieto dos jogadores do Sporting – e a luta era difícil numa equipa com Toñito, Quaresma ou Ronaldo – e, provavelmente, o mais eficaz. O golo que marcou aos 85'' premiou o esforço de um jogador de quem se diz estar de regresso à Madeira.
O Sporting entrou a ganhar mas cometeu um descuido. Assustado, carregou no acelerador, correu muito e chegou à goleada naturalmente.
NÉLSON - Esteve sempre concentrado e não podia evitar o golo de Moita. Bem pelo ar e pelo chão, continua a ter no jogo de pés o principal (e grave) defeito.
CÉSAR PRATES - Com tantos jogadores velozes do meio-campo para a frente, a rapidez do brasileiro tornar-se-ia redundante no futebol leonino. Por isso retraiu-se e efectuou exibição discreta.
HUGO - Para fazer frente às limitações técnicas tem de utilizar doses reforçadas de concentração e entrega. Quando isso acontece, como ontem, o equilíbrio da defesa leonina não se ressente com a sua presença.
CONTRERAS - Um central chegaria e sobraria para marcar Gringo, o avançado do Estarreja. Por isso, ao chileno talvez se exigisse mais ousadia a partir para o ataque. Não o fez, mas cumpriu lá atrás.
RUI JORGE - Fica ligado ao golo adversário porque escorregou e deixou Moita fugir. Mas fez duas assistências (primeiro e último golos) e nunca facilitou no duelo com o melhor jogador do Estarreja.
MARCOS PAULO - Um desafio frente a um clube do quarto escalão não constitui o melhor teste às capacidades de um jogador que chegou da série A italiana. Mas há conclusões a retirar: Marcos Paulo sabe o que faz com a bola nos pés e tem sentido de colocação em campo; parece, porém, com condição física debilitada, lento de movimentos e tímido na hora de assumir responsabilidades. Começou interventivo (bom remate na primeira parte), acabou apagado.
CARLOS MARTINS - Confirmou qualidades como jogador de meio-campo e ainda apresenta, como brinde, qualidade de remate. Marcou um golo mas, cansado, saiu cedo.
QUARESMA - Uma exibição como tantas outras: produz muito, é incansável no um contra um mas parece faltar sempre qualquer coisa para ser o homem do jogo. Fabricou o terceiro golo, marcado por Ronaldo.
KUTUZOV - Saiu lesionado aos 8'.
NICULAE - Num ambiente adverso – no meio de dois centrais com a dureza característica das divisões secundárias – soube encontrar caminhos para a baliza de Apolo e apoiar os companheiros de ataque. O golo, aos 21', assenta-lhe bem.
TOÑITO - Começou no banco mas entrou logo aos 8'. Desgastou os adversários com as suas correrias intermináveis mas revelou ainda menos discernimento do que é hábito na hora de rematar.
RONALDO - Entrou para o meio e foi aí que marcou o seu golo. Depois foi para a esquerda e esteve sempre em jogo.
LUÍS FILIPE - Pouco tempo em campo.
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