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Objetivos da época ficarão em risco se a recuperação não for rápida e eficaz...
Seis triunfos consecutivos na Liga, mês e meio sempre a ganhar e... tudo por água abaixo a poucos segundos do apito final de um desafio decisivo. Contra o Benfica, o Sporting vacilou à beira do fim. Pela quarta vez só nesta temporada, desperdiçou pontos em pleno período de compensação. Sempre em momentos-chave, na Liga ou na Champions.
Desta vez, porém, o problema tomou proporções ainda maiores. A vitória no dérbi permitia reduzir para quatro pontos a distância em relação ao líder Benfica. Foi para isso que os jogadores do Sporting tanto trabalharam, sabendo que só a vitória lhes permitiria alimentar o sonho de voltarem a discutir o 1.º lugar. Os moldes em que consentiram o empate ao eterno rival reavivaram memórias difíceis, as mesmas que levaram Marco Silva, o treinador, a repetir até à exaustão a necessidade de combater a desconcentração em momentos cruciais do jogo. Resultado: um balneário destroçado, um treinador preocupado e vários objetivos em risco se a recuperação não for rápida e eficaz.
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O Sporting voltou a vacilar no período de descontos e a descontração pode vir a ser fatal nas contas da Liga. Os jogadores foram os primeiros a dar conta disso mesmo. Record sabe que o grupo ficou absolutamente desolado com o resultado do dérbi. Porque acredita que o devia ter vencido, mas, sobretudo, porque lhe custa digerir a forma como deixou a vitória escapar.
Jogadores em lágrimas
No final do jogo, a frustração era tal, que houve quem não evitasse as lágrimas em pleno balneário do Sporting. A situação, sabe Record, deixou a estrutura apreensiva. Cabe agora a dirigentes e treinadores a tarefa de combater a frustração de um grupo jovem, onde a maioria dos seus jogadores convive agora com a sua primeira contrariedade. Marco Silva fará uso de um trabalho de recuperação psicológica do grupo, insistindo na importância de dar resposta segura já no próximo jogo. Ganhar é o melhor remédio. Uma das tarefas passa pelo reforço de uma mensagem que o próprio Marco Silva começou a difundir ainda na pré-temporada: “Quando o árbitro apitar”. Diz o chavão que só aí o jogo termina. Para o Sporting, porém, não tem sido sempre assim. Juntando o dérbi, são quatro os jogos em que os leões sofreram no período de compensações. Há lucros e perdas, mas são estas últimas que fazem mossa. Para já, hipotecaram as contas na Champions; quanto a efeitos na Liga, há que esperar pelo final, mas a avaliar pelo panorama atual...
Sem Champions e longe do título
Os pontos esbanjados nos “descontos” deram origem a dois factos: eliminação da Champions e ambição limitada na Liga. Dos sete pontos esbanjados, quatro foram na Liga e três na Champions. Os leões estariam apurados para os oitavos-de-final da Champions porque lhes bastaria terem “segurado” a vitória na Eslovénia e o empate na Alemanha. Na Liga, quatro pontos esbanjados fora de horas. Pode parecer pouco, mas seriam suficientes para subir ao 2.º lugar do campeonato, com mais um ponto do que o FC Porto e a três do líder Benfica.
Culpa própria e erros externos
Se o Sporting empatou ou perdeu jogos em pleno período de compensações, foi por culpa própria, tal como assumiram treinador e jogadores, mas também por influências externas. Por partes: em Coimbra, à 1.ª jornada, empate aos 90’+1, após erro de Carrillo; em Maribor, igualdade do género, com duplo erro de Sarr e Maurício; com o Benfica, distração coletiva, golo sofrido e empate que pode ter arredado o Sporting da luta pelo título. Em casa do Schalke 04, derrota nos descontos, após erro crasso, mas da equipa de arbitragem.
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