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Luís Pinto: «Isto é matemática... a margem é menor»

Luís Pinto aborda a dificuldade de ter paciência no estádio do Vitória de Guimarães.
• Foto: Luís Vieira / Movephoto

Luís Pinto já fez a antevisão do embate com o Estrela da Amadora, da 22ª jornada da Liga. A partida está marcada para as 18 horas deste sábado e terá lugar no Estádio D. Afonso Henriques.

O Vitória parte para este jogo com a sensação de que a margem de erro é agora menor, até porque a diferença para o 5º classificado é de nove pontos?

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Sim. Isto é matemática. Isso é olhar para o calendário e perceber quantos jogos faltam, quantos pontos estão em disputa, qual a diferença de pontos para os lugares pretendidos. Claro que sim, a margem é menor.

Onde realmente espera que a equipa esteja diferente?

Eu espero, acima de tudo, a capacidade de sermos consistentes. E uma das coisas que eu acredito, e fico feliz por isso, é que desde o início sempre disse que acreditava na qualidade que existe nesta equipa, que existe nestes jogadores. E olhar neste momento e perceber que isto já é algo que não é discutido, a qualidade que existe individualmente, é algo que me deixa satisfeito e feliz. Mas, nós temos de ter a capacidade de sermos consistentes durante mais tempo, durante diferentes situações no jogo, se estivermos a perder, se estivermos a ganhar, se estivermos empatados, se estivermos com uma boa vantagem. Nós temos de ter essa capacidade. E aquilo que nós tentamos, obviamente, trabalhar durante a semana, e não é uma coisa de agora, obviamente que isto, neste jogo, ficou agudizado por causa do resultado e por causa da cambalhota que existiu no resultado, mas nós já nos jogos que vencemos, também não estamos sempre por cima e tentamos sempre olhar para o que é bem feito e dar consistência. Olhar para aquilo que é menos bem feito e conseguirmos melhorar e tentarmos corrigir. E nesse sentido, nós percebemos que a nossa capacidade, a nossa concentração, de em qualquer momento do jogo estarmos ligados, é algo que nós temos de responder e temos de dar esse passo em frente.

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O que pode fazer a diferença neste jogo com o Estrela da Amadora?

O foco muito grande em competirmos e competirmos de uma forma em que nós fazemos isso por nós, por aquilo que queremos ser enquanto pessoas, por aquilo que queremos ser ao representar um clube como o Vitória. Eu penso muito assim, que só o facto de estarmos num clube como o Vitória tem de fazer de nós pessoas famintas por competição. E nesse aspeto, eu acredito que esse é um passo que nós temos de dar neste jogo e acredito que é algo que nós temos de ter presente neste jogo. Competir é a essência do futebol, é a essência dos desportos, sejam eles coletivos, sejam eles individuais, e num clube como o Vitória isso ainda tem de estar mais presente.


O Estrela é um adversário muito diferente daquele que o Vitória defrontou na primeira volta?

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Vejo um Estrela diferente, com o João a fazer um excelente trabalho num clube que a vários níveis tem tido a capacidade de ir sempre construindo plantéis interessantes e ir conseguindo um bocadinho à imagem daquilo que nós nesta época estamos a fazer, que é demonstrar bons valores para o futebol português. O Estrela também tem tido essa capacidade. O João, desde que chegou ao Estrela, tem feito um trabalho, na minha opinião, fantástico. Então, é um Estrela diferente, mas aquilo que é o nosso foco mesmo é que nós tenhamos a capacidade de ver um Vitória igual a si mesmo, mas ao longo do jogo todo. Mais do que estar à espera do Estrela, queremos ser capazes de sermos a melhor versão de nós mesmos ao longo do tempo todo, isso é aquilo que nós queremos esperar do jogo de amanhã.

As baixas no plantel?

O João Mendes está apto, o Ndoye está apto. O Gonçalo é uma questão médica, teve uma amigdalite que está a ser tratada. Treina, mas tem que ser de forma individual, por isso não poss

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Por Bruno Freitas
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