Advogado de adeptos do V. Guimarães detidos acusa PSP de "clubite" e trabalho "discriminatório"

Pedro Miguel Carvalho diz que grupo em causa foi "atacado com pedras e garrafas" por adeptos do FC Porto

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• Foto: Tony Dias/Movephoto

O advogado que representa os 48 adeptos do V. Guimarães que foram detidos antes do jogo com o FC Porto veio a público apresentar uma nova versão dos factos, segundo a qual o referido grupo foi "atacado com pedras e garrafas" por adeptos dos azuis e brancos quando se dirigia para o Estádio do Dragão.

De acordo com Pedro Miguel Carvalho, os adeptos do Vitória não foram os agressores. Por essa razão, o advogado visou também o trabalho da PSP, falando até em "clubite". "O que aconteceu foi que a PSP realizou um trabalho discriminatório porque não identificou nem deteve nenhum das pessoas agressoras", disse, em declarações ao Grupo Santiago. 

Pedro Miguel Carvalho, aliás, diz que os adeptos do Vitória "não foram protegidos". O advogado quer, por isso, ver o processo arquivado, estando também, segundo o Grupo Santiago, a ponderar avançar com queixa crime contra um dos agentes da PSP por alegada agressão a um vitoriano.

O MP, de acordo com a mesma fonte, vai investigar as circunstâncias em que ocorreram os factos.

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