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O “hipnoterapeuta” assegura que sem a sua intervenção as coisas ainda quinta-feira estariam muito feias. “Estavam desgraçados psicologicamente. Agora os jogadores têm uma mente de campeões e de verdadeiros guerreiros”
O PROFESSOR Alexandrino confessou-se a Record. “Eu sou um bruxo. Mas um bruxo como eu não deve ser associado a aldrabices. Eu não sou aldrabão”, defende, exigindo respeito pelo trabalho que desenvolve no Vitória há praticamente um mês. “Pertenço à classe dos terapeutas, a qual engloba as mais variadas vertentes (bruxos, videntes, hipnotizadores, entre outros). Sim, um bruxo pertence à classe dos terapeutas!”, garante. E conclui Alexandrino para esclarecer a denominação de bruxo. “É evidente que ando a fazer bruxaria 24 horas por dia. Mas, atenção, que um bruxo não faz mal. Através da mente e dos aspectos psicológicos melhoram-se determinadas situações e, vá lá, espantam-se fantasmas”.
”Sou formado em semiótica, uma área relacionada com a ciência profunda e os sinais, que não é reconhecida em Portugal”, lamenta-se. Alexandrino, um “hipnoterapeuta” como garante, está satisfeito com o seu trabalho, não remunerado mas que acredita poder ”abrir uma porta para algo novo” no futebol luso.
“Encontrei no Vitória um grupo de trabalho completamente desgraçado psicologicamente. Mas era toda a gente! Não, não tive tempo para perceber a razão pela qual se encontravam naquele estado tão mau. Mas agora estão muito bem. Posso garantir que neste momento os jogadores têm uma mente de campeões e de verdadeiros guerreiros como demonstraram nos últimos jogos”, analisa. As reservas de alguns jogadores relativamente às suas sessões nunca o preocuparam: “É natural que tivessem aquela reacção. Foi algo novo que lhes apareceu, mas depois aceitaram e colaboraram. Agora, até eu estou muito preso a esta relação”.
Alexandrino louva a recepção do Vitória à sua terapia. “Ofereci-me ao Sporting e ao Benfica, entre outros. Ninguém acreditou em mim. Louvo o dr. Pimenta Machado que não recusou receber-me e aceitar o meu trabalho. A questão é que o Vitória está a utilizar uma arte que outros clubes portugueses usam, talvez noutras vertentes, mas que têm medo de assumir. Em França não fazem segredo”.
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